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  <title>Observatório Mais Médicos</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 6.
        
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    <title>Entrada de SP na Rede-Observatório permite compreender benefícios do Mais Médicos, diz Alexandre Padilha</title>
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    <description>"Estar próximo de centros formadores e centros de pesquisa é fundamental para fortalecer o nosso conceito de rede-escola na cidade de São Paulo", disse o secretário municipal de Saúde</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-55f64a23-5bfc-8f8d-df86-ea192a790477"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O município de São Paulo agora integra a Rede-Observatório do Programa Mais Médicos. A parceria foi formalizada na terça-feira (2) pelo prefeito da maior cidade do país, Fernando Haddad, o secretário municipal de saúde, Alexandre Padilha, e o coordenador da Rede-Observatório, prof. Alcindo Antônio Ferla.</span></p>
<p> </p>
<div>De acordo com Padilha, a aproximação com universidades e centros de estudo vai permitir ao município de São Paulo compreender melhor os impactos do programa Mais Médicos na vida da população.</div>
<p> </p>
<div>"É<span> muito importante para compreender cada vez mais os impactos do programa na nossa cidade, impactos que são evidentes nos indicadores epidemiológicos (como a redução da mortalidade infantil), nos indicadores de acesso (com a ampliação das consultas e da cobertura da atenção básica no estado de São Paulo), mas sobretudo para poder, em contato com outras cidades e universidades, compreender outros impactos do programa", disse Padilha.</span></div>
<p> </p>
<div><span>Segundo o ex-ministro, a aproximação de ensino e serviço de saúde também estende o processo de formação profissional, com a capacitação contínua de trabalhadores dedicados ao desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS). </span>
<p><br />"Associar-se com quem produz o conhecimento, mas com a compreensão de que a rede de saúde, o espaço de trabalho, o campo de práticas no dia a dia da produção de saúde também tem que ser permanentemente um espaço de produção de conhecimento, reflexão sobre a prática realizada e sobre o conhecimento acumulado. Por isso, estar próximo de centros formadores e centros de pesquisa é fundamental para fortalecer o nosso conceito de Rede Escola na cidade de São Paulo", completou o secretário municipal de saúde.</p>
<p>A Rede Escola é uma estratégia da Educação Permanente em Saúde (EPS) que articula o ensino, a pesquisa e extensão junto aos serviços de saúde da gestão, às instituições de ensino conveniadas e aos demais profissionais da rede, na perspectiva de firmar parcerias para contribuir na ordenação da formação dos profissionais para a área. O conceito entende que o mundo do trabalho é mais complexo que as ciências disciplinares, sendo necessário inventar maneiras de ensinar a partir do próprio cotidiano do trabalho.</p>
<p>Em <a class="external-link" href="http://www.cosemssp.org.br/noticias/655/conselho-nacional-de-saude-manifesto-em-defesa-do-sus.html">nota</a> em defesa do SUS e contra a PEC 241, que pretende congelar os gastos públicos por 20 anos, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) afirmou recentemente que "o<span> direito à saúde não permite o seu descumprimento e medidas fiscais e econômicas que reduzam a capacidade do Estado de garanti-lo, causando mortes, sofrimento e doenças são formas indiretas de sua asfixia". De acordo com o CNS, "</span><span>não se acalma o mercado com desassossego da população, uma vez que o motivo primeiro e último do Estado é a garantia de bem-estar de sua população. Ajuste fiscal que desajusta o direito e a vida das pessoas não pode ser sustentado por representantes do povo que tem o dever de garanti-lo."</span></p>
<p>A Rede Governo Colaborativo em Saúde foi uma das realizadoras do Seminário Nacional 3 anos do Programa Mais Médicos, que aconteceu no último dia 2, em São Paulo. No evento, foram divulgados dados de pesquisa sobre o Mais Médicos realizada em parceria com a Rede, lançamento de livros e debate sobre os impactos do programa nos municípios brasileiros.</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-08-05T20:58:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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    <title>Seminário " 3 anos do Programa Mais Médicos: avaliação de resultados, descobertas e perspectivas" acontece em São Paulo</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/producao-cientifica/seminario-3-anos-do-programa-mais-medicos-avaliacao-de-resultados-descobertas-e-perspectivas-acontece-em-sao-paulo</link>
    <description>Evento ocorre dia 02 de agosto no Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP </description>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-07-22T14:56:08Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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    <title>Seminário " 3 anos do Programa Mais Médicos" acontece em São Paulo</title>
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    <description>Evento ocorre no  Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Programação</p>
<p><strong>9h – 10h: Mesa de Abertura</strong></p>
<p>Com presença e fala de autoridades dando as boas vindas e falando do tema do seminário.</p>
<p><strong>10h – 12h: Mesa: Resultados, Avanços e Futuro do Programa Mais Médicos</strong></p>
<p>Mozart Sales, Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde de 2012 a 2014 – A construção do PMM</p>
<p>Hêider Pinto, Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde de 2014 a 2016 – Avanços e Perspectivas do PMM</p>
<p>Eduardo Tadeu Pereira, Presidente da Associação Brasileira de Municípios – Impacto do PMM nos municípios</p>
<p>Joaquim Molina, Representante da Organização Panamericana da Saúde no Brasil – O PMM para a OPAS, OMS e perspectivas de influenciar nas políticas de provimento e formação das Américas.</p>
<p><strong>14h – 16h: Mesa: Pesquisas e Avaliação de Resultados do Programa Mais Médicos</strong></p>
<p>Alcindo Antônio Ferla, Coordenador da Rede-Observatório do PMM – Pesquisas e Resultados dos PMM;</p>
<p>Fernando Hugo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Internações sensíveis e o PMM;</p>
<p>Maria Helena Machado, Fiocruz – Estudos da Fiocruz sobre resultados do PMM; Representante da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo – Resultados do PMM no município de São Paulo;</p>
<p>Representante da Unicamp – O acompanhamento dos Médicos do PMM no estado de São Paulo.</p>
<p> </p>
<p><strong><i><span style="text-decoration: underline;"> </span></i></strong></p>
<p><strong>16h15m – 18h: Mesa – Relatos de Efeitos do PMM além da Saúde</strong></p>
<p><span>O PMM e a inclusão social;</span></p>
<p>O PMM e a cultura;</p>
<p>O PMM provocando mudanças na vida das mulheres;</p>
<p>O PMM e o intercâmbio cultural.</p>
<p> </p>
<p><span><strong>19h - Lançamento de  livros</strong>: “A Colônia”, “Além Mar” e o “Médico e a Benzedeira”, textos de Antônio Lino e fotos de Araquém Alcântara.</span></p>
<p>Assinatura de termo de doação dos direitos de uso não comercial das três obras Rede Unida, Fiocruz e OPAS.</p>
<p><b>Instituições Convidadas:</b></p>
<p>Organização Panamericana da Saúde</p>
<p>Fundação Oswaldo Cruz</p>
<p>Conselho de Secretários Municipais de Saúde do estado de São Paulo</p>
<p>Conselho Nacional de Saúde</p>
<p>Ministério da Saúde</p>
<p>Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo</p>
<p> </p>
<p><strong>Realização</strong></p>
<p>Rede Observatório do Programa Mais Médicos</p>
<p>Rede Unida</p>
<p>Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo</p>
<p>Rede Governo Colaborativo em Saúde</p>
<p><strong>Apoio</strong></p>
<p>Faculdade de Saúde Pública da USP</p>
<p>Associação Brasileira de Municípios</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-07-22T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-chega-as-populacoes-ribeirinhas-da-ilha-de-marajo-pa">
    <title>Mais Médicos chega às populações ribeirinhas da Ilha de Marajó (PA)</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-chega-as-populacoes-ribeirinhas-da-ilha-de-marajo-pa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sete profissionais cubanos do Programa Mais Médicos atendem em <span>Portel, cidade </span><span> com 58 mil habitantes </span><span>a sudoeste da Ilha de Marajó, onde se chega, a partir de Belém, após </span><span>14 horas de barco pelo Rio Pará. </span></p>
<p><span>Alguns dos profissionais atendem em postos de saúde na cidade, e outros, como o médico Raul Leocadio Ramirez Rua, em unidades móveis, principalmente fluviais, para atender a população que mora nas margens dos rios. </span></p>
<p><span>Há dois anos e meio no Brasil, Raul conta que, desde que chegou ao país, foi selecionado para atender apenas a população rural, e, no caso da Ilha de Marajó, a população ribeirinha: “Este município tem mais rios do que todo o território de Cuba. Há rios enormes, e baías que, dependendo da maré, não se pode atravessar nem de barco, por conta das ondulações. Dependendo da extensão do rio e da população, nós passamos dez, doze ou quatorze dias navegando e consultando os pacientes ribeirinhos em pontos de atendimento nas margens”. </span></p>
<p><span>Benedita Balheira Correia, 57 anos, trabalha na roça e é analfabeta. Ela foi atendida por Raul na unidade fluvial, o barco chamado <i>Madonna del Soccorro</i>: “Eu vim doente, fui atendida, ele me atendeu bem. Eu entendi tudo direitinho. Estou feliz porque saí com a minha receita, agora eu vou na farmácia e vou ficar boa, não é?”, sorri. </span></p>
<p><span>Portel fica a 48 km ao sul de Breves, que, com 98 mil habitantes, é considerada uma das maiores e principais cidades da Ilha de Marajó. O município recebeu 8 médicos cubanos do Programa Mais Médicos.  A secretária municipal de Saúde de Breves, Jucineide Alves Barbosa, destacou que a permanência dos médicos na região sempre foi difícil. Com a chegada dos participantes do Mais Médico, no entanto, o cenário mudou: “Os médicos trouxeram avanço, melhoria do acesso à saúde para a população, e a certeza de que as pessoas vão procurar o serviço e vão encontrar um médico para atendê-las”, disse, destacando ainda o apoio dos profissionais no combate de doenças endêmicas na região, como a hanseníase. </span></p>
<p><span>Segundo o Ministério da Saúde, 25 mil novos casos da doença foram diagnosticados no Brasil em 2014.  “Quando nós avaliamos os indicadores, vemos que as consultas de pré-natal aumentaram muito, que aumentou a cobertura dos exames de prevenção de câncer de colo de útero e que diminuiu a mortalidade infantil, além das consultas em geral. Então a gente torce muito para que o Programa siga adiante, para que a gente possa continuar avançando na saúde da população aqui em Breves”, concluiu.</span></p>
<p> </p>
<p>Fonte: OPAS</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-03-10T19:00:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/brasileiros-ocupam-100-das-novas-vagas-do-mais-medicos">
    <title>Brasileiros ocupam 100% das novas vagas do Mais Médicos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/brasileiros-ocupam-100-das-novas-vagas-do-mais-medicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Médicos brasileiros preencheram todas as vagas oferecidas pelo Programa Mais Médicos na primeira chamada do atual edital. No total, 12.791 médicos disputaram as 1.173 vagas em 649 municípios.</p>
<p>Para o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, o resultado é mais um indicativo da consolidação do programa: “É mais uma mostra de que o programa, além de ser bem avaliado pela população e pelos médicos que participam dele, também é cada vez mais procurado pelos médicos brasileiros".</p>
<p>Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostrou que a nota média dada ao Mais Médicos pelos profissionais entrevistados foi de 9,1, sendo que 81% deles indicariam a experiência a um colega.</p>
<p>Para concorrer às vagas, cada profissional teve que selecionar quatro cidades, em ordem de preferência. Os médicos disputaram somente com aqueles que optaram pelas mesmas cidades. <span>A classificação na concorrência das vagas seguiu, basicamente, as mesmas regras adotadas nos editais anteriores: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; ter experiência comprovada na Estratégia de Saúde da Família; ou ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena) ou do VER-SUS. Como critérios de desempate foram considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento e ter maior idade. </span></p>
<p><strong>Permanência no programa</strong></p>
<p>Os profissionais que já atuam no Mais Médicos e encerram as atividades do programa neste mês manifestaram o interesse em estender o período de atuação nos municípios, que também dá direito a bonificação nas provas de residência médica. Dos 2.246 profissionais aptos a utilizar o bônus, 1.266 (56%) optaram por permanecer na mesma vaga por até mais três anos.</p>
<p>Na primeira chamada de 2015 do Programa, última ampliação realizada, os médicos com CRM Brasil ou brasileiros graduados no exterior preencheram todas as 4.139 oportunidades ofertadas. Com a expansão, o programa conta com 18.240 vagas autorizadas em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.</p>
<p>Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou a assistência na Atenção Básica levando médicos às regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e à reestruturação da formação médica no país.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-02-22T17:00:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/ufrgs-coordena-rede-cientifica-de-acompanhamento-do-programa-mais-medicos">
    <title>UFRGS coordena rede científica de acompanhamento do  Programa Mais Médicos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/ufrgs-coordena-rede-cientifica-de-acompanhamento-do-programa-mais-medicos</link>
    <description>Nesta terça-feira, 04 de agosto de 2015, será realizada cerimônia de celebração de 02 anos do Programa Mais Médicos, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença da Presidenta Dilma Rousseff e dos Ministros da Saúde e Educação, ocasião que serão anunciados resultados de pesquisas avaliativas do Programa.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; ">Nesta terça-feira, <strong>04 de agosto de 2015</strong>, será realizada cerimônia de celebração de 02 anos do Programa Mais Médicos, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença da Presidenta Dilma Rousseff e dos Ministros da Saúde e Educação, ocasião que serão anunciados resultados de pesquisas avaliativas do Programa. Parte dos dados que serão anunciados, compõe a<strong> pesquisa <i>“O Programa Mais Médicos e a Política </i></strong><strong><i>Nacional de Atenção Básica (PNAB): analisando efeitos nas políticas e práticas no </i></strong><strong><i>sistema de saúde brasileiro”</i>,</strong> realizada por uma rede científica com diversas universidades do país e sob coordenação do prof. Dr. Alcindo Antônio Ferla, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRGS. A rede de pesquisadores e instituições que realiza a pesquisa, denominada <strong>Rede-Observatório do Programa Mais </strong><strong>Médicos</strong>, também será lançada na ocasião. A Rede-Observatório é multicêntrica integrada e protagonizada pela UFRGS (através da Rede Governo Colaborativo em Saúde), juntamente com outras doze universidades e instituições de pesquisa. Integram a Rede-Observatório do Programa Mais Médicos as seguintes instituições: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rede Governo Colaborativo em Saúde, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Federal da Paraíba, Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde - ICICT, Escola GHC, Associação Brasileira da Rede Unida, Universidade Federal da Fronteira Sul, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal de Juiz de Fora, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal de São Paulo, Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Campina Grande e o Instituto Federal do Rio Grande do Sul.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div><span> </span><span><img class="image-left" src="../../resolveuid/d76c6f78cb694b40847bde9bc8869fdc/@@images/image/mini" /></span></div>
<div></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O Secretário de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde (SGTES), Heider Aurélio </span><span>Pinto, ressalta a importância da parceria com a Rede Governo Colaborativa em </span><span>Saúde/UFRGS no monitoramento do Programa Mais Médicos. Entre os principais </span><span>objetivos da pesquisa destacados pelo secretário, está a avaliação do programa, que </span><span>constatou redução de internações sensíveis à atenção básica, expansão da cobertura </span><span>da população atendida, efeitos de equidade do atendimento, a ampliação da </span><span>quantidade de consultas e dos tipos de procedimentos oferecidos na atenção básica. O </span><span>Secretário também ressaltou que a pesquisa propôs indicadores de monitoramento e o </span><span>direcionamento das próximas etapas do Programa Mais Médicos, que serão adotados </span><span>pelo Ministério da Saúde, e o planejamento de outras pesquisas que aprofundem e </span><span>balizem ações para melhoramento dos diferentes eixos atendidos pelo Mais Médicos,</span><span>com a possibilidade de comparar os índices dos municípios participantes com os </span><span>demais. Confira a entrevista aqui: https://goo.gl/Y0f3BL</span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span><img class="image-right" src="../../resolveuid/a2c8691879344f5d85f77c4d55873f5a/@@images/image/preview" /></span></div>
<div></div>
<div></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O Prof. Alcindo Ferla ressalta o envolvimento de um número expressivo de </span><span>universidades que já estabelecem relações com a Rede Governo Colaborativo, em </span><span>projetos de avaliação da atenção básica, das redes especializadas, de serviços de saúde </span><span>mental nos componentes público e privado do sistema de saúde, entre outros. </span><span>Segundo o professor, “haverá um aumento do número de instituições e pesquisadores </span><span>nas próximas etapas da pesquisa”, que ampliará o foco e coletará dados em diferentes </span><span>localidades do país. Ferla também destaca a participação de diversos professores, </span><span>pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação e técnicos da UFRGS, envolvendo </span><span>a Escola de Enfermagem, a Faculdade de Farmácia, a Faculdade de Medicina, a </span><span>Faculdade de Odontologia, o Instituto de Psicologia e a Coordenadoria de </span><span>Saúde/Prograd/UFRGS que, além de compartilhar a experiência da pesquisa, deve </span><span>mobilizar o ensino da saúde nos diferentes cursos. De acordo com Ferla, “foi um </span><span>trabalho exaustivo, mas extremamente produtivo, e é muito gratificante perceber que </span><span>foi reconhecido pelas esferas governamentais e que terá utilidade na gestão das </span><span>políticas do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Segundo o coordenador do projeto, os </span><span>dados já demonstram efeitos positivos relevantes do Programa Mais Médicos na </span><span>organização do sistema e nos níveis de saúde da população e esses dados requerem </span><span>novas abordagens de análise para compreender melhor.</span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>No site www.observatoriomaismedicos.org.br é possível acessar informações </span><span>preliminares, incluindo vídeos, noticias e trechos da pesquisa.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><i><strong>Divulgação de resultados da pesquisa “O Programa Mais Médicos e a Política <span>Nacional de Atenção Básica (PNAB): analisando efeitos nas políticas e práticas no </span><span>sistema de saúde brasileiro” e lançamento da Rede-Observatório do programa Mais </span><span>Médicos</span></strong></i></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Quando:</strong> 04 de agosto de 2015</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Onde: </strong>Palácio do Planalto, em Brasília</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Outras informações:</strong> www.observatoriomaismedicos.org.br</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
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