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  <title>Observatório Mais Médicos</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 5.
        
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    <title>Seminário Nacional Rede-Observatório do Programa Mais Médicos </title>
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    <description>Evento ocorre nos dias 8 e 9 de agosto de 2016</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nos próximos dias 8 e 9 de agosto de 2016, acontece na sede do Instituto Leônidas e Maria Deane / Fiocruz Manaus, o Seminário Nacional Rede Observatório do Programa Mais Médicos: - Mais do que Mais Médicos: Saúde e democracia.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center; "><img src="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/RGCSSeminarioMaisMedicos1convite.jpg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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    <dc:date>2016-07-22T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-chega-as-populacoes-ribeirinhas-da-ilha-de-marajo-pa">
    <title>Mais Médicos chega às populações ribeirinhas da Ilha de Marajó (PA)</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sete profissionais cubanos do Programa Mais Médicos atendem em <span>Portel, cidade </span><span> com 58 mil habitantes </span><span>a sudoeste da Ilha de Marajó, onde se chega, a partir de Belém, após </span><span>14 horas de barco pelo Rio Pará. </span></p>
<p><span>Alguns dos profissionais atendem em postos de saúde na cidade, e outros, como o médico Raul Leocadio Ramirez Rua, em unidades móveis, principalmente fluviais, para atender a população que mora nas margens dos rios. </span></p>
<p><span>Há dois anos e meio no Brasil, Raul conta que, desde que chegou ao país, foi selecionado para atender apenas a população rural, e, no caso da Ilha de Marajó, a população ribeirinha: “Este município tem mais rios do que todo o território de Cuba. Há rios enormes, e baías que, dependendo da maré, não se pode atravessar nem de barco, por conta das ondulações. Dependendo da extensão do rio e da população, nós passamos dez, doze ou quatorze dias navegando e consultando os pacientes ribeirinhos em pontos de atendimento nas margens”. </span></p>
<p><span>Benedita Balheira Correia, 57 anos, trabalha na roça e é analfabeta. Ela foi atendida por Raul na unidade fluvial, o barco chamado <i>Madonna del Soccorro</i>: “Eu vim doente, fui atendida, ele me atendeu bem. Eu entendi tudo direitinho. Estou feliz porque saí com a minha receita, agora eu vou na farmácia e vou ficar boa, não é?”, sorri. </span></p>
<p><span>Portel fica a 48 km ao sul de Breves, que, com 98 mil habitantes, é considerada uma das maiores e principais cidades da Ilha de Marajó. O município recebeu 8 médicos cubanos do Programa Mais Médicos.  A secretária municipal de Saúde de Breves, Jucineide Alves Barbosa, destacou que a permanência dos médicos na região sempre foi difícil. Com a chegada dos participantes do Mais Médico, no entanto, o cenário mudou: “Os médicos trouxeram avanço, melhoria do acesso à saúde para a população, e a certeza de que as pessoas vão procurar o serviço e vão encontrar um médico para atendê-las”, disse, destacando ainda o apoio dos profissionais no combate de doenças endêmicas na região, como a hanseníase. </span></p>
<p><span>Segundo o Ministério da Saúde, 25 mil novos casos da doença foram diagnosticados no Brasil em 2014.  “Quando nós avaliamos os indicadores, vemos que as consultas de pré-natal aumentaram muito, que aumentou a cobertura dos exames de prevenção de câncer de colo de útero e que diminuiu a mortalidade infantil, além das consultas em geral. Então a gente torce muito para que o Programa siga adiante, para que a gente possa continuar avançando na saúde da população aqui em Breves”, concluiu.</span></p>
<p> </p>
<p>Fonte: OPAS</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-10T19:00:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-reserva-indigena-ganha-medico-exclusivo-no-pa">
    <title>Mais Médicos: reserva indígena ganha médico exclusivo no PA</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-reserva-indigena-ganha-medico-exclusivo-no-pa</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Reserva Indígena Trocará, localizada a aproximadamente 432 km de Belém (PA), pela primeira vez conta com médico exclusivo. Desde março de 2014, o cubano Michel Almaguer Riberón, integrante do Programa Mais Médicos, atende a comunidade.</p>
<p>“Para mim, é uma experiência única na vida, porque a gente só conhecia índios por literatura, por livros. É uma experiência inigualável na riqueza cultural que eu estou conhecendo. E eu estou fazendo também o curso de Antropologia em Saúde, dentro da especialidade de Saúde Indígena, que forma parte do nosso trabalho no Programa Mais Médicos.”</p>
<p>A rotina de Michel inclui o atendimento a mais três aldeias dentro da reserva, além da aldeia principal, Trocará. O médico permanece por uma semana dentro da reserva fazendo as visitas. Ao final deste período, retorna ao município de Tucuruí, onde faz o curso de especialização, resolve questões administrativas de saúde das aldeias e tira seus dias de folga, até retornar para mais uma semana dentro da reserva.</p>
<p>O presidente do Conselho Regional Indígena da Reserva Trocará, Waitahoa Assurini, elogiou o Programa, a agilidade para marcar consultas e a facilidade de ser atendido dentro da própria comunidade. Já o cacique da aldeia, Jakamiramé Assurini, afirmou que a presença do médico ajudou a diminuir os índices de mortalidade entre os indígenas através dos cuidados de saúde e acesso a remédios.</p>
<p>Segundo o médico cubano, os maiores problemas da comunidade indígena são anemia por déficit nutricional, parasitismos, disenteria e a falta de higiene e condições precárias de vida. Além de combater diretamente as doenças, Michel faz palestras de conscientização nas aldeias.</p>
<p>“É uma experiência que nós aprovamos. Foi muito boa a presença dele aqui. Ele é um parceiro da escola, e teve a excelente ideia de dar palestras sobre saúde para os alunos”, diz o professor da reserva, Wairemoa Assurini.</p>
<p>Michel conta que os índios são muito reservados, muito fechados ao diálogo e que no início é muito difícil conseguir a confiança deles. “Até para eu me aproximar deles era difícil no começo. Você tem que ir devagar e ter muita atenção e cuidado com eles. Mas, quando eu finquei o pé aqui nessa aldeia, senti que fui muito bem acolhido por eles, até o dia de hoje”.</p>
<p>O Programa Mais Médicos está presente em todos os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas do Brasil, contando com 292 médicos cubanos.  A previsão é de que o médico Michel Almeguer Riveron permaneça até março de 2017 trabalhando no país.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: OPAS</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-01T18:30:00Z</dc:date>
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    <title>Brasileiros ocupam 100% das novas vagas do Mais Médicos</title>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Médicos brasileiros preencheram todas as vagas oferecidas pelo Programa Mais Médicos na primeira chamada do atual edital. No total, 12.791 médicos disputaram as 1.173 vagas em 649 municípios.</p>
<p>Para o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, o resultado é mais um indicativo da consolidação do programa: “É mais uma mostra de que o programa, além de ser bem avaliado pela população e pelos médicos que participam dele, também é cada vez mais procurado pelos médicos brasileiros".</p>
<p>Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostrou que a nota média dada ao Mais Médicos pelos profissionais entrevistados foi de 9,1, sendo que 81% deles indicariam a experiência a um colega.</p>
<p>Para concorrer às vagas, cada profissional teve que selecionar quatro cidades, em ordem de preferência. Os médicos disputaram somente com aqueles que optaram pelas mesmas cidades. <span>A classificação na concorrência das vagas seguiu, basicamente, as mesmas regras adotadas nos editais anteriores: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; ter experiência comprovada na Estratégia de Saúde da Família; ou ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena) ou do VER-SUS. Como critérios de desempate foram considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento e ter maior idade. </span></p>
<p><strong>Permanência no programa</strong></p>
<p>Os profissionais que já atuam no Mais Médicos e encerram as atividades do programa neste mês manifestaram o interesse em estender o período de atuação nos municípios, que também dá direito a bonificação nas provas de residência médica. Dos 2.246 profissionais aptos a utilizar o bônus, 1.266 (56%) optaram por permanecer na mesma vaga por até mais três anos.</p>
<p>Na primeira chamada de 2015 do Programa, última ampliação realizada, os médicos com CRM Brasil ou brasileiros graduados no exterior preencheram todas as 4.139 oportunidades ofertadas. Com a expansão, o programa conta com 18.240 vagas autorizadas em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.</p>
<p>Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou a assistência na Atenção Básica levando médicos às regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e à reestruturação da formação médica no país.</p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
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    <dc:date>2016-02-22T17:00:12Z</dc:date>
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    <title>Mais Médicos ampliou acesso a medicamento </title>
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    <description>Levantamento realizado pela primeira vez pelo Ministério da Saúde mostra que o programa Mais Médicos, que completa dois anos em setembro, ampliou o acesso da população a medicamentos.

</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>L<span>eia a notícia completa publicada no jornal  Valor </span><a class="external-link" href="http://www.valor.com.br/brasil/4132944/mais-medicos-ampliou-acesso-medicamento-diz-ministerio-da-saude" target="_blank">http://www.valor.com.br/brasil/4132944/mais-medicos-ampliou-acesso-medicamento-diz-ministerio-da-saude</a></p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>Medicamentos</dc:subject>
    
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