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  <title>Observatório Mais Médicos</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 8.
        
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/ufrgs-coordena-rede-cientifica-de-acompanhamento-do-programa-mais-medicos">
    <title>UFRGS coordena rede científica de acompanhamento do  Programa Mais Médicos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/ufrgs-coordena-rede-cientifica-de-acompanhamento-do-programa-mais-medicos</link>
    <description>Nesta terça-feira, 04 de agosto de 2015, será realizada cerimônia de celebração de 02 anos do Programa Mais Médicos, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença da Presidenta Dilma Rousseff e dos Ministros da Saúde e Educação, ocasião que serão anunciados resultados de pesquisas avaliativas do Programa.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; ">Nesta terça-feira, <strong>04 de agosto de 2015</strong>, será realizada cerimônia de celebração de 02 anos do Programa Mais Médicos, no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença da Presidenta Dilma Rousseff e dos Ministros da Saúde e Educação, ocasião que serão anunciados resultados de pesquisas avaliativas do Programa. Parte dos dados que serão anunciados, compõe a<strong> pesquisa <i>“O Programa Mais Médicos e a Política </i></strong><strong><i>Nacional de Atenção Básica (PNAB): analisando efeitos nas políticas e práticas no </i></strong><strong><i>sistema de saúde brasileiro”</i>,</strong> realizada por uma rede científica com diversas universidades do país e sob coordenação do prof. Dr. Alcindo Antônio Ferla, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UFRGS. A rede de pesquisadores e instituições que realiza a pesquisa, denominada <strong>Rede-Observatório do Programa Mais </strong><strong>Médicos</strong>, também será lançada na ocasião. A Rede-Observatório é multicêntrica integrada e protagonizada pela UFRGS (através da Rede Governo Colaborativo em Saúde), juntamente com outras doze universidades e instituições de pesquisa. Integram a Rede-Observatório do Programa Mais Médicos as seguintes instituições: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rede Governo Colaborativo em Saúde, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Universidade Federal da Paraíba, Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde - ICICT, Escola GHC, Associação Brasileira da Rede Unida, Universidade Federal da Fronteira Sul, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal de Juiz de Fora, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal de São Paulo, Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Campina Grande e o Instituto Federal do Rio Grande do Sul.</div>
<div><span><br /></span></div>
<div><span> </span><span><img class="image-left" src="../../resolveuid/d76c6f78cb694b40847bde9bc8869fdc/@@images/image/mini" /></span></div>
<div></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O Secretário de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde (SGTES), Heider Aurélio </span><span>Pinto, ressalta a importância da parceria com a Rede Governo Colaborativa em </span><span>Saúde/UFRGS no monitoramento do Programa Mais Médicos. Entre os principais </span><span>objetivos da pesquisa destacados pelo secretário, está a avaliação do programa, que </span><span>constatou redução de internações sensíveis à atenção básica, expansão da cobertura </span><span>da população atendida, efeitos de equidade do atendimento, a ampliação da </span><span>quantidade de consultas e dos tipos de procedimentos oferecidos na atenção básica. O </span><span>Secretário também ressaltou que a pesquisa propôs indicadores de monitoramento e o </span><span>direcionamento das próximas etapas do Programa Mais Médicos, que serão adotados </span><span>pelo Ministério da Saúde, e o planejamento de outras pesquisas que aprofundem e </span><span>balizem ações para melhoramento dos diferentes eixos atendidos pelo Mais Médicos,</span><span>com a possibilidade de comparar os índices dos municípios participantes com os </span><span>demais. Confira a entrevista aqui: https://goo.gl/Y0f3BL</span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span><img class="image-right" src="../../resolveuid/a2c8691879344f5d85f77c4d55873f5a/@@images/image/preview" /></span></div>
<div></div>
<div></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O Prof. Alcindo Ferla ressalta o envolvimento de um número expressivo de </span><span>universidades que já estabelecem relações com a Rede Governo Colaborativo, em </span><span>projetos de avaliação da atenção básica, das redes especializadas, de serviços de saúde </span><span>mental nos componentes público e privado do sistema de saúde, entre outros. </span><span>Segundo o professor, “haverá um aumento do número de instituições e pesquisadores </span><span>nas próximas etapas da pesquisa”, que ampliará o foco e coletará dados em diferentes </span><span>localidades do país. Ferla também destaca a participação de diversos professores, </span><span>pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação e técnicos da UFRGS, envolvendo </span><span>a Escola de Enfermagem, a Faculdade de Farmácia, a Faculdade de Medicina, a </span><span>Faculdade de Odontologia, o Instituto de Psicologia e a Coordenadoria de </span><span>Saúde/Prograd/UFRGS que, além de compartilhar a experiência da pesquisa, deve </span><span>mobilizar o ensino da saúde nos diferentes cursos. De acordo com Ferla, “foi um </span><span>trabalho exaustivo, mas extremamente produtivo, e é muito gratificante perceber que </span><span>foi reconhecido pelas esferas governamentais e que terá utilidade na gestão das </span><span>políticas do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Segundo o coordenador do projeto, os </span><span>dados já demonstram efeitos positivos relevantes do Programa Mais Médicos na </span><span>organização do sistema e nos níveis de saúde da população e esses dados requerem </span><span>novas abordagens de análise para compreender melhor.</span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span>No site www.observatoriomaismedicos.org.br é possível acessar informações </span><span>preliminares, incluindo vídeos, noticias e trechos da pesquisa.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><i><strong>Divulgação de resultados da pesquisa “O Programa Mais Médicos e a Política <span>Nacional de Atenção Básica (PNAB): analisando efeitos nas políticas e práticas no </span><span>sistema de saúde brasileiro” e lançamento da Rede-Observatório do programa Mais </span><span>Médicos</span></strong></i></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Quando:</strong> 04 de agosto de 2015</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Onde: </strong>Palácio do Planalto, em Brasília</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Outras informações:</strong> www.observatoriomaismedicos.org.br</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
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    <dc:date>2015-08-03T21:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/rj-uff-pesquisa-efeitos-do-pmaq-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica">
    <title>RJ: UFF pesquisa efeitos do PMAQ e do Mais Médicos na atenção básica</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/rj-uff-pesquisa-efeitos-do-pmaq-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">O <strong>Instituto de Saúde Coletiva</strong> da Universidade Federal Fluminense irá realizar, nos próximos 2 anos, uma pesquisa para avaliar os efeitos do <strong>Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica</strong> (PMAQ–AB) e do <strong>Mais Médicos</strong> na atenção básica no Estado do Rio de Janeiro. A avaliação foi encomendada pelo Ministério da Saúde e terá caráter qualitativo e quantitativo.</div>
<p> </p>
<p>A atenção básica é a porta de entrada do usuário ao sistema de saúde e por onde se busca manter um contato mais direto com a população. Funciona como centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. A meta é ampliar cada vez mais as equipes de Saúde da Família que tenham como foco ir em busca do usuário em sua própria residência.</p>
<p>Os responsáveis pela pesquisa irão selecionar um município em cada divisão regional no Estado, totalizando nove municípios. Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://www.uff.br/?q=isc-uff-vai-realizar-pesquisa-sobre-os-efeitos-do-pmaq-ab-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica-em">http://www.uff.br/?q=isc-uff-vai-realizar-pesquisa-sobre-os-efeitos-do-pmaq-ab-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica-em</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-26T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/populacao-podera-usar-a-internet-para-aprimorar-o-mais-medicos">
    <title>População poderá usar a internet para aprimorar o Mais Médicos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/populacao-podera-usar-a-internet-para-aprimorar-o-mais-medicos</link>
    <description>Novo canal de comunicação entre governo e sociedade servirá para que a população envie propostas que possam contribuir para a criação de políticas públicas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p><span>O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou na última sexta-feira, </span><span>em Salvador (BA), que a nova plataforma de comunicação <strong><a class="external-link" href="http://dialoga.gov.br/">Dialoga Brasil</a></strong> terá</span><span> </span><span>sete programas estratégicos que foram definidos como prioridades nacionais na área de Saúde, entre eles o <strong>Mais Médicos</strong>.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">“É o momento de o Brasil decidir como vamos planejar a saúde nos próximos quatro anos. Isso vai orientar o Plano Nacional de Saúde. E agora, com o Dialoga Brasil, temos uma nova ferramenta de participação. Através das redes sociais, da internet, cada cidadão e cidadã brasileira pode dar sua contribuição – e é isso que a gente espera receber”, afirmou.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">“Tem muita gente que acha que o Mais Médicos foi somente a participação dos médicos cubanos. E é verdade que, no primeiro momento, graças a mais de 11 mil médicas e médicos cubanos conseguimos levar atendimento médico básico aonde nunca antes o Brasil conseguiu colocar. <span>Só que agora abrimos mais de 4 mil vagas e 100% foram ocupadas por médicos brasileiros”, acrescentou.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Entre os brasileiros que participaram da primeira etapa do Mais Médicos, 91% disseram que foram muito bem recebidos pelas prefeituras e pela população e recomendaram fortemente aos seus colegas brasileiros que participassem do programa.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O mais importante, disse o ministro, é que o Brasil vai passar de 1,8 médicos por mil habitantes (em 2013) para  2,7 médicos / mil habitantes, padrão que o Reino Unido oferece hoje à sua população, graças também ao programa de ampliação das vagas nos cursos de medicina</div>
<p> </p>
<div>“Formar médico vai deixar de ser privilégio de família de gente bem colocada na sociedade. Como vimos na solenidade dos dois anos do Mais Médicos, uma estudante de medicina, filha de lavradores, fazendo faculdade de Medicina na Universidade Federal de Caicó”, lembrou Chioro.</div>
<p> </p>
<div>Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19218-dialoga-brasil-vai-ajudar-a-aprimorar-o-mais-medicos-e-orientar-plano-nacional-de-saude">http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19218-dialoga-brasil-vai-ajudar-a-aprimorar-o-mais-medicos-e-orientar-plano-nacional-de-saude</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-20T15:25:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-ampliou-acesso-a-medicamento-este-trecho-e-parte-de-conteudo-que-pode-ser-compartilhado-utilizando-o-link-http-www-valor-com-br-brasil-4132944-mais-medicos-ampliou-acesso-medicamento-diz-ministerio-da-saude-ou-as-ferramentas-oferecidas-na">
    <title>Mais Médicos ampliou acesso a medicamento </title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-ampliou-acesso-a-medicamento-este-trecho-e-parte-de-conteudo-que-pode-ser-compartilhado-utilizando-o-link-http-www-valor-com-br-brasil-4132944-mais-medicos-ampliou-acesso-medicamento-diz-ministerio-da-saude-ou-as-ferramentas-oferecidas-na</link>
    <description>Levantamento realizado pela primeira vez pelo Ministério da Saúde mostra que o programa Mais Médicos, que completa dois anos em setembro, ampliou o acesso da população a medicamentos.

</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>L<span>eia a notícia completa publicada no jornal  Valor </span><a class="external-link" href="http://www.valor.com.br/brasil/4132944/mais-medicos-ampliou-acesso-medicamento-diz-ministerio-da-saude" target="_blank">http://www.valor.com.br/brasil/4132944/mais-medicos-ampliou-acesso-medicamento-diz-ministerio-da-saude</a></p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>Medicamentos</dc:subject>
    
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    <dc:date>2015-08-03T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-amplia-consultas-e-reduz-internacoes">
    <title>Mais Médicos amplia consultas e reduz internações</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-amplia-consultas-e-reduz-internacoes</link>
    <description>Tratamento preventivo evita que pacientes precisem ir aos hospitais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Mais Médicos</strong> está conseguindo melhorar o acesso à Saúde nos municípios que aderiram ao programa. De acordo com dados da Rede Observatório do Programa Mais Médicos, <strong>o número de consultas aumentou 33%</strong> nos municípios onde os médicos da iniciativa atuam, enquanto nos demais municípios o crescimento foi de 15%.</p>
<p>Outro impacto foi a redução no número de internações, comprovando entendimento do Ministério da Saúde de que a Atenção Básica pode resolver 80% dos problemas de saúde da população sem necessidade de encaminhamento a hospitais.</p>
<p> </p>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A expectativa é que em 2015 mais de 91 mil brasileiros deixem de ser internados. Para o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto, é uma surpresa ter resultados na Saúde com apenas dois anos do programa. Hêider lembra que, durante o levantamento, os pesquisadores encontraram situações em os médicos do programa faziam procedimentos antes incomuns em postos de saúde, como sutura e retirada de unha. “Em outros locais, foi verificada queda de internações porque a atenção básica conseguiu resolver o problema de saúde e casos em que os médicos conseguiram identificar problemas graves que precisam de tratamento hospitalar, mas não eram encaminhados por falta de profissional para diagnosticar o problema”, exemplifica.</div>
<p> </p>
<div><strong>Atenção básica</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A pesquisa mostrou também que o Mais Médicos <strong>aumentou a cobertura da Atenção Básica</strong>. Atualmente, a estratégia Saúde da Família chega a 134 milhões de pessoas. A estratégia é formada por equipes multiprofissionais que atendem nos postos de saúde, mas também visitam as casas das famílias atendidas. “De fato a Atenção Básica e a estratégia Saúde da Família tinha parado de crescer, e com o Mais Médicos conseguiu voltar a se expandir. A cobertura da atenção básica no Brasil estava estável e não crescia justamente porque faltava médicos para compor as equipes”, lembra Hêider.</div>
<p> </p>
<div>A Rede é formada por 14 instituições, incluindo 11 universidades federais, e fez a análise sobre os dados do período de janeiro de 2013 a janeiro de 2015 com pesquisadores observadores nas cinco regiões do País.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"><strong>Aprovação</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), encomendado pelo Ministério da Saúde, aponta que a melhoria dos serviços também foi sentida pela população e pelos gestores locais. Entre 14 mil entrevistados em 2014, 55% deram nota 10 ao Mais Médicos, e a média geral foi 9. Além disso, 85% disseram que a qualidade do atendimento médico está melhor ou muito melhor.</div>
<p> </p>
<div>Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://www.brasil.gov.br/saude/2015/08/mais-medicos-aumenta-numero-de-consultas-e-diminui-internacoes">http://www.brasil.gov.br/saude/2015/08/mais-medicos-aumenta-numero-de-consultas-e-diminui-internacoes</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-20T15:00:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/governo-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias">
    <title>Governo vai formar mais profissionais para atuar nas residências</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/governo-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias</link>
    <description>A iniciativa visa expandir o número de preceptores para os programas de residência e Medicina Geral de Família e Comunidade em todas as regiões do país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste"><span>O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou na quarta-feira, em Brasília, o <strong>Plano Nacional de Formação de Preceptores</strong>, durante seminário promovido pelo Ministério da Educação para debater os desafios e avanços na formação médica no Brasil. O objetivo é aumentar a quantidade de profissionais capacitados para atender os programas de residência em Medicina Geral de Família e Comunidade (MGFC) em todas as regiões do país.</span></div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">“Isso implica recursos, estratégias, mobilização com os gestores municipais, mas fundamentalmente com as instituições de ensino superiores públicas e privadas para fazer uma forte articulação nesse processo de formação de preceptores. A ideia é dar oportunidade aos próprios médicos residentes para que façam também uma formação de preceptor para que, ao concluírem a especialização, sejam formadores de novos especialistas”, destacou Chioro.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A medida integra o programa <strong>Mais Médicos</strong> e traz também benefícios à expansão e qualificação da graduação em Medicina. Com a oferta do curso de preceptoria para os residentes em MGFC, os profissionais concluirão a especialização capacitados também para serem preceptores tanto da residência como da graduação.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A expectativa é formar mais 10 mil preceptores até 2018, chegando a 14,2 mil profissionais. Com essa ação, o governo federal vai garantir, no mínimo, um preceptor para cada três residentes, que é um dos requisitos exigidos para abrir novas vagas.</div>
<p> </p>
<div>Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19265-governo-federal-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias">http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19265-governo-federal-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
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    <dc:date>2015-08-24T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos">
    <title>Consultas em cidades atendidas pelo Mais Médicos crescem 33% em dois anos</title>
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    <description>Site R7 destaca detalhes da pesquisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Leia a notícia completa aqui <a class="external-link" href="http://noticias.r7.com/brasil/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos-anuncia-governo-04082015">http://noticias.r7.com/brasil/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos-anuncia-governo-04082015 </a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-04T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d">
    <title>“Tivemos uma brutal ampliação do acesso à saúde com o Mais Médicos”</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d</link>
    <description>À CartaCapital, o ministro da Saúde faz um balanço do programa e explica porque o governo pretende expandir as escolas de medicina</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com dois anos de existência e 18,2 mil profissionais inscritos, o programa Mais Médicos alcança 4.058 cidades e 34 distritos indígenas, com impacto sobre 63 milhões de brasileiros, informa o Ministério da Saúde. Não há mais cidades sem ao menos um médico para atender a população. Há dois anos, havia 700. Mas o provimento emergencial está longe de ser uma solução definitiva. Para reduzir a dependência dos estrangeiros, que hoje representam 70% da força de trabalho no programa, o governo decidiu criar 11.447 novas vagas em cursos de medicina até 2017, das quais 5,3 mil já foram autorizadas, a maior parte delas em instituições privadas.</p>
<p>A proposta é controversa. As entidades da área de saúde acusam o governo de promover uma expansão indiscriminada das faculdades, em locais com infraestrutura inadequada, colocando em risco a qualidade da formação médica. Em reação, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Escolas Médicas decidiram criar um modelo próprio de avaliação dos cursos da área, independente daquele que já é adotado pelo governo. E o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) promete ingressar na Justiça contra a abertura dos novos cursos.</p>
<div></div>
<div id="ebzNative"></div>
<p>Na entrevista a seguir, o ministro Arthur Chioro faz um balanço do programa e rebate parte das críticas formuladas pelas entidades médicas. Ele ressalta que o Brasil tem 1,8 médico por mil habitantes, índice bem inferior ao de nações desenvolvidas, a exemplo do Reino Unido (2,7) e da França (3,5), e até mesmo de vizinhos sul-americanos, como Uruguai (3,7) e Argentina (3,2), segundo a Organização Mundial da Saúde. Com a ampliação das vagas em cursos de medicina, seria possível alcançar, em 2026, o atual patamar do Reino Unido, que possui o segundo maior sistema de saúde público de caráter universal, atrás apenas do Brasil. “No primeiro edital, 254 cidades se inscreveram e 153 apresentaram proposta. Mas apenas 39 foram selecionadas, exatamente por cumprir os requisitos de qualidade.”</p>
<p> </p>
<p>Confira a entrevista na íntegra neste link &gt;&gt; <a class="external-link" href="http://www.cartacapital.com.br/blogs/cartas-da-esplanada/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d-6853.html" target="_blank">http://www.cartacapital.com.br/blogs/cartas-da-esplanada/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d-6853.html</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-05T13:49:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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