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  <title>Observatório Mais Médicos</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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    <title>Entrada de SP na Rede-Observatório permite compreender benefícios do Mais Médicos, diz Alexandre Padilha</title>
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    <description>"Estar próximo de centros formadores e centros de pesquisa é fundamental para fortalecer o nosso conceito de rede-escola na cidade de São Paulo", disse o secretário municipal de Saúde</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-55f64a23-5bfc-8f8d-df86-ea192a790477"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O município de São Paulo agora integra a Rede-Observatório do Programa Mais Médicos. A parceria foi formalizada na terça-feira (2) pelo prefeito da maior cidade do país, Fernando Haddad, o secretário municipal de saúde, Alexandre Padilha, e o coordenador da Rede-Observatório, prof. Alcindo Antônio Ferla.</span></p>
<p> </p>
<div>De acordo com Padilha, a aproximação com universidades e centros de estudo vai permitir ao município de São Paulo compreender melhor os impactos do programa Mais Médicos na vida da população.</div>
<p> </p>
<div>"É<span> muito importante para compreender cada vez mais os impactos do programa na nossa cidade, impactos que são evidentes nos indicadores epidemiológicos (como a redução da mortalidade infantil), nos indicadores de acesso (com a ampliação das consultas e da cobertura da atenção básica no estado de São Paulo), mas sobretudo para poder, em contato com outras cidades e universidades, compreender outros impactos do programa", disse Padilha.</span></div>
<p> </p>
<div><span>Segundo o ex-ministro, a aproximação de ensino e serviço de saúde também estende o processo de formação profissional, com a capacitação contínua de trabalhadores dedicados ao desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS). </span>
<p><br />"Associar-se com quem produz o conhecimento, mas com a compreensão de que a rede de saúde, o espaço de trabalho, o campo de práticas no dia a dia da produção de saúde também tem que ser permanentemente um espaço de produção de conhecimento, reflexão sobre a prática realizada e sobre o conhecimento acumulado. Por isso, estar próximo de centros formadores e centros de pesquisa é fundamental para fortalecer o nosso conceito de Rede Escola na cidade de São Paulo", completou o secretário municipal de saúde.</p>
<p>A Rede Escola é uma estratégia da Educação Permanente em Saúde (EPS) que articula o ensino, a pesquisa e extensão junto aos serviços de saúde da gestão, às instituições de ensino conveniadas e aos demais profissionais da rede, na perspectiva de firmar parcerias para contribuir na ordenação da formação dos profissionais para a área. O conceito entende que o mundo do trabalho é mais complexo que as ciências disciplinares, sendo necessário inventar maneiras de ensinar a partir do próprio cotidiano do trabalho.</p>
<p>Em <a class="external-link" href="http://www.cosemssp.org.br/noticias/655/conselho-nacional-de-saude-manifesto-em-defesa-do-sus.html">nota</a> em defesa do SUS e contra a PEC 241, que pretende congelar os gastos públicos por 20 anos, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) afirmou recentemente que "o<span> direito à saúde não permite o seu descumprimento e medidas fiscais e econômicas que reduzam a capacidade do Estado de garanti-lo, causando mortes, sofrimento e doenças são formas indiretas de sua asfixia". De acordo com o CNS, "</span><span>não se acalma o mercado com desassossego da população, uma vez que o motivo primeiro e último do Estado é a garantia de bem-estar de sua população. Ajuste fiscal que desajusta o direito e a vida das pessoas não pode ser sustentado por representantes do povo que tem o dever de garanti-lo."</span></p>
<p>A Rede Governo Colaborativo em Saúde foi uma das realizadoras do Seminário Nacional 3 anos do Programa Mais Médicos, que aconteceu no último dia 2, em São Paulo. No evento, foram divulgados dados de pesquisa sobre o Mais Médicos realizada em parceria com a Rede, lançamento de livros e debate sobre os impactos do programa nos municípios brasileiros.</p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-08-05T20:58:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/seminario-nacional-rede-observatorio-do-programa-mais-medicos">
    <title>Seminário Nacional Rede-Observatório do Programa Mais Médicos </title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/seminario-nacional-rede-observatorio-do-programa-mais-medicos</link>
    <description>Evento ocorre nos dias 8 e 9 de agosto de 2016</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nos próximos dias 8 e 9 de agosto de 2016, acontece na sede do Instituto Leônidas e Maria Deane / Fiocruz Manaus, o Seminário Nacional Rede Observatório do Programa Mais Médicos: - Mais do que Mais Médicos: Saúde e democracia.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center; "><img src="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/RGCSSeminarioMaisMedicos1convite.jpg" alt="" class="image-inline" title="" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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    <dc:date>2016-07-22T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/RGCSSeminarioMaisMedicos1convite.jpg">
    <title>RGCSSeminarioMaisMedicos1convite.jpg</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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    <dc:date>2016-07-22T16:04:04Z</dc:date>
    <dc:type>Imagem</dc:type>
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    <title>Seminário " 3 anos do Programa Mais Médicos: avaliação de resultados, descobertas e perspectivas" acontece em São Paulo</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/producao-cientifica/seminario-3-anos-do-programa-mais-medicos-avaliacao-de-resultados-descobertas-e-perspectivas-acontece-em-sao-paulo</link>
    <description>Evento ocorre dia 02 de agosto no Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP </description>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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    <dc:date>2016-07-22T14:56:08Z</dc:date>
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    <title>Seminário " 3 anos do Programa Mais Médicos" acontece em São Paulo</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/seminario-3-anos-do-programa-mais-medicos-avaliacao-de-resultados-descobertas-e-perspectivas-acontece-em-sao-paulo</link>
    <description>Evento ocorre no  Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Programação</p>
<p><strong>9h – 10h: Mesa de Abertura</strong></p>
<p>Com presença e fala de autoridades dando as boas vindas e falando do tema do seminário.</p>
<p><strong>10h – 12h: Mesa: Resultados, Avanços e Futuro do Programa Mais Médicos</strong></p>
<p>Mozart Sales, Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde de 2012 a 2014 – A construção do PMM</p>
<p>Hêider Pinto, Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde de 2014 a 2016 – Avanços e Perspectivas do PMM</p>
<p>Eduardo Tadeu Pereira, Presidente da Associação Brasileira de Municípios – Impacto do PMM nos municípios</p>
<p>Joaquim Molina, Representante da Organização Panamericana da Saúde no Brasil – O PMM para a OPAS, OMS e perspectivas de influenciar nas políticas de provimento e formação das Américas.</p>
<p><strong>14h – 16h: Mesa: Pesquisas e Avaliação de Resultados do Programa Mais Médicos</strong></p>
<p>Alcindo Antônio Ferla, Coordenador da Rede-Observatório do PMM – Pesquisas e Resultados dos PMM;</p>
<p>Fernando Hugo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Internações sensíveis e o PMM;</p>
<p>Maria Helena Machado, Fiocruz – Estudos da Fiocruz sobre resultados do PMM; Representante da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo – Resultados do PMM no município de São Paulo;</p>
<p>Representante da Unicamp – O acompanhamento dos Médicos do PMM no estado de São Paulo.</p>
<p> </p>
<p><strong><i><span style="text-decoration: underline;"> </span></i></strong></p>
<p><strong>16h15m – 18h: Mesa – Relatos de Efeitos do PMM além da Saúde</strong></p>
<p><span>O PMM e a inclusão social;</span></p>
<p>O PMM e a cultura;</p>
<p>O PMM provocando mudanças na vida das mulheres;</p>
<p>O PMM e o intercâmbio cultural.</p>
<p> </p>
<p><span><strong>19h - Lançamento de  livros</strong>: “A Colônia”, “Além Mar” e o “Médico e a Benzedeira”, textos de Antônio Lino e fotos de Araquém Alcântara.</span></p>
<p>Assinatura de termo de doação dos direitos de uso não comercial das três obras Rede Unida, Fiocruz e OPAS.</p>
<p><b>Instituições Convidadas:</b></p>
<p>Organização Panamericana da Saúde</p>
<p>Fundação Oswaldo Cruz</p>
<p>Conselho de Secretários Municipais de Saúde do estado de São Paulo</p>
<p>Conselho Nacional de Saúde</p>
<p>Ministério da Saúde</p>
<p>Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo</p>
<p> </p>
<p><strong>Realização</strong></p>
<p>Rede Observatório do Programa Mais Médicos</p>
<p>Rede Unida</p>
<p>Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo</p>
<p>Rede Governo Colaborativo em Saúde</p>
<p><strong>Apoio</strong></p>
<p>Faculdade de Saúde Pública da USP</p>
<p>Associação Brasileira de Municípios</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-07-22T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-chega-as-populacoes-ribeirinhas-da-ilha-de-marajo-pa">
    <title>Mais Médicos chega às populações ribeirinhas da Ilha de Marajó (PA)</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-chega-as-populacoes-ribeirinhas-da-ilha-de-marajo-pa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Sete profissionais cubanos do Programa Mais Médicos atendem em <span>Portel, cidade </span><span> com 58 mil habitantes </span><span>a sudoeste da Ilha de Marajó, onde se chega, a partir de Belém, após </span><span>14 horas de barco pelo Rio Pará. </span></p>
<p><span>Alguns dos profissionais atendem em postos de saúde na cidade, e outros, como o médico Raul Leocadio Ramirez Rua, em unidades móveis, principalmente fluviais, para atender a população que mora nas margens dos rios. </span></p>
<p><span>Há dois anos e meio no Brasil, Raul conta que, desde que chegou ao país, foi selecionado para atender apenas a população rural, e, no caso da Ilha de Marajó, a população ribeirinha: “Este município tem mais rios do que todo o território de Cuba. Há rios enormes, e baías que, dependendo da maré, não se pode atravessar nem de barco, por conta das ondulações. Dependendo da extensão do rio e da população, nós passamos dez, doze ou quatorze dias navegando e consultando os pacientes ribeirinhos em pontos de atendimento nas margens”. </span></p>
<p><span>Benedita Balheira Correia, 57 anos, trabalha na roça e é analfabeta. Ela foi atendida por Raul na unidade fluvial, o barco chamado <i>Madonna del Soccorro</i>: “Eu vim doente, fui atendida, ele me atendeu bem. Eu entendi tudo direitinho. Estou feliz porque saí com a minha receita, agora eu vou na farmácia e vou ficar boa, não é?”, sorri. </span></p>
<p><span>Portel fica a 48 km ao sul de Breves, que, com 98 mil habitantes, é considerada uma das maiores e principais cidades da Ilha de Marajó. O município recebeu 8 médicos cubanos do Programa Mais Médicos.  A secretária municipal de Saúde de Breves, Jucineide Alves Barbosa, destacou que a permanência dos médicos na região sempre foi difícil. Com a chegada dos participantes do Mais Médico, no entanto, o cenário mudou: “Os médicos trouxeram avanço, melhoria do acesso à saúde para a população, e a certeza de que as pessoas vão procurar o serviço e vão encontrar um médico para atendê-las”, disse, destacando ainda o apoio dos profissionais no combate de doenças endêmicas na região, como a hanseníase. </span></p>
<p><span>Segundo o Ministério da Saúde, 25 mil novos casos da doença foram diagnosticados no Brasil em 2014.  “Quando nós avaliamos os indicadores, vemos que as consultas de pré-natal aumentaram muito, que aumentou a cobertura dos exames de prevenção de câncer de colo de útero e que diminuiu a mortalidade infantil, além das consultas em geral. Então a gente torce muito para que o Programa siga adiante, para que a gente possa continuar avançando na saúde da população aqui em Breves”, concluiu.</span></p>
<p> </p>
<p>Fonte: OPAS</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-03-10T19:00:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-reserva-indigena-ganha-medico-exclusivo-no-pa">
    <title>Mais Médicos: reserva indígena ganha médico exclusivo no PA</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-reserva-indigena-ganha-medico-exclusivo-no-pa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Reserva Indígena Trocará, localizada a aproximadamente 432 km de Belém (PA), pela primeira vez conta com médico exclusivo. Desde março de 2014, o cubano Michel Almaguer Riberón, integrante do Programa Mais Médicos, atende a comunidade.</p>
<p>“Para mim, é uma experiência única na vida, porque a gente só conhecia índios por literatura, por livros. É uma experiência inigualável na riqueza cultural que eu estou conhecendo. E eu estou fazendo também o curso de Antropologia em Saúde, dentro da especialidade de Saúde Indígena, que forma parte do nosso trabalho no Programa Mais Médicos.”</p>
<p>A rotina de Michel inclui o atendimento a mais três aldeias dentro da reserva, além da aldeia principal, Trocará. O médico permanece por uma semana dentro da reserva fazendo as visitas. Ao final deste período, retorna ao município de Tucuruí, onde faz o curso de especialização, resolve questões administrativas de saúde das aldeias e tira seus dias de folga, até retornar para mais uma semana dentro da reserva.</p>
<p>O presidente do Conselho Regional Indígena da Reserva Trocará, Waitahoa Assurini, elogiou o Programa, a agilidade para marcar consultas e a facilidade de ser atendido dentro da própria comunidade. Já o cacique da aldeia, Jakamiramé Assurini, afirmou que a presença do médico ajudou a diminuir os índices de mortalidade entre os indígenas através dos cuidados de saúde e acesso a remédios.</p>
<p>Segundo o médico cubano, os maiores problemas da comunidade indígena são anemia por déficit nutricional, parasitismos, disenteria e a falta de higiene e condições precárias de vida. Além de combater diretamente as doenças, Michel faz palestras de conscientização nas aldeias.</p>
<p>“É uma experiência que nós aprovamos. Foi muito boa a presença dele aqui. Ele é um parceiro da escola, e teve a excelente ideia de dar palestras sobre saúde para os alunos”, diz o professor da reserva, Wairemoa Assurini.</p>
<p>Michel conta que os índios são muito reservados, muito fechados ao diálogo e que no início é muito difícil conseguir a confiança deles. “Até para eu me aproximar deles era difícil no começo. Você tem que ir devagar e ter muita atenção e cuidado com eles. Mas, quando eu finquei o pé aqui nessa aldeia, senti que fui muito bem acolhido por eles, até o dia de hoje”.</p>
<p>O Programa Mais Médicos está presente em todos os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas do Brasil, contando com 292 médicos cubanos.  A previsão é de que o médico Michel Almeguer Riveron permaneça até março de 2017 trabalhando no país.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: OPAS</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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    <dc:date>2016-03-01T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/brasileiros-ocupam-100-das-novas-vagas-do-mais-medicos">
    <title>Brasileiros ocupam 100% das novas vagas do Mais Médicos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/brasileiros-ocupam-100-das-novas-vagas-do-mais-medicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Médicos brasileiros preencheram todas as vagas oferecidas pelo Programa Mais Médicos na primeira chamada do atual edital. No total, 12.791 médicos disputaram as 1.173 vagas em 649 municípios.</p>
<p>Para o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, o resultado é mais um indicativo da consolidação do programa: “É mais uma mostra de que o programa, além de ser bem avaliado pela população e pelos médicos que participam dele, também é cada vez mais procurado pelos médicos brasileiros".</p>
<p>Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostrou que a nota média dada ao Mais Médicos pelos profissionais entrevistados foi de 9,1, sendo que 81% deles indicariam a experiência a um colega.</p>
<p>Para concorrer às vagas, cada profissional teve que selecionar quatro cidades, em ordem de preferência. Os médicos disputaram somente com aqueles que optaram pelas mesmas cidades. <span>A classificação na concorrência das vagas seguiu, basicamente, as mesmas regras adotadas nos editais anteriores: ter título de Especialista em Medicina de Família e Comunidade; ter experiência comprovada na Estratégia de Saúde da Família; ou ter participado do Programa de Educação pelo Trabalho – PET (Vigilância, Saúde, Saúde da Família e Saúde Indígena) ou do VER-SUS. Como critérios de desempate foram considerados a maior proximidade entre o município desejado e o de nascimento e ter maior idade. </span></p>
<p><strong>Permanência no programa</strong></p>
<p>Os profissionais que já atuam no Mais Médicos e encerram as atividades do programa neste mês manifestaram o interesse em estender o período de atuação nos municípios, que também dá direito a bonificação nas provas de residência médica. Dos 2.246 profissionais aptos a utilizar o bônus, 1.266 (56%) optaram por permanecer na mesma vaga por até mais três anos.</p>
<p>Na primeira chamada de 2015 do Programa, última ampliação realizada, os médicos com CRM Brasil ou brasileiros graduados no exterior preencheram todas as 4.139 oportunidades ofertadas. Com a expansão, o programa conta com 18.240 vagas autorizadas em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.</p>
<p>Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou a assistência na Atenção Básica levando médicos às regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e à reestruturação da formação médica no país.</p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
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    <dc:date>2016-02-22T17:00:12Z</dc:date>
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    <title>subteste</title>
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    <dc:creator>João Luís Tavares da Silva</dc:creator>
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    <title>Mais Médicos: um programa brasileiro em uma perspectiva internacional</title>
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    <description>A escassez de profissionais de saúde em áreas remotas e vulneráveis é um importante obstáculo para a universalização do acesso à saúde em diversos países. Este artigo examina as políticas de provimento de profissionais de saúde na Austrália, nos Estados Unidos da América e no Brasil. Apesar do sucesso parcial de iniciativas anteriores, foi apenas com o Programa Mais Médicos que a provisão de médicos em áreas vulneráveis teve a magnitude e a resposta em tempo adequado para atender a demanda dos municípios brasileiros. Estão em curso, no país, mudanças quantitativas e qualitativas na formação médica, que buscam garantir não apenas a universalidade, mas, também, a integralidade e sustentabilidade do Sistema Único de Saúde. O êxito dessas iniciativas dependerão da continuidade da articulação interfederativa, de políticas regulatórias de estado, bem como, do constante monitoramento e aprimoramento do programa.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Autores: Felipe Proenço de Oliveira, Tazio Vanni , Hêider Aurélio Pinto, Jerzey Timoteo Ribeiro dos Santos, Alexandre Medeiros de Figueiredo, Sidclei Queiroga de Araújo, Mateus Falcão Martins Matos, Eliana Goldfarb Cyrino</span></p>
<div id="_mcePaste"><span>Acesse o texto em: <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-32832015000300623&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt%20">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-32832015000300623&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt%20</a></span></div>]]></content:encoded>
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    <dc:date>2015-10-23T12:29:28Z</dc:date>
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    <title>Professor Alcindo Ferla / foto: divulgação Abrasco</title>
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    <title>Pesquisa</title>
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