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  <title>Observatório T.I.C. em Sistemas e Serviços de Saúde</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 44.
        
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    <title>Vivências VERSUS/VALE 2014</title>
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    <description>No mês de julho iniciamos nossas vivencias do projeto de ver sus, que tem por finalidade proporcionar a acadêmicos de diversas areas vivências e estagio na realidade do sistema único de saúde, todos os participantes foram dividos em equipes composta por seis acadêmicos, entre eles, 5 viventes e um facilitador, nossa equipe foi composta pelos academicos: Aline Rohden, curso de farmácia, Universidade Comunitária da Região de Chapecó; Amábile Raiser Soares, curso de fonoaudiologia, Universidade do Vale do Itajaí; Bruna Behling Matos, curso de fisioterapia, Universidade do Extremo Sul Catarinense; Bruna Kreutz, curso de enfermagem, Universidade do Vale do Itajaí; Cassio Mariano Martins da Silva, curso de Educação fisica, Universidade do Oeste de Santa Catarina;Gabriela Barreto, curso de enfermagem, Universidade do vale do Itajaí. 
No dia 14 de julho de dois mil e quatorze (segunda-feira)  iniciamos nossas vivencias do projeto ver sus. O primeiro local visitado foi a Associação Blumenauense na Luta Contra o Câncer – ABLUCAN. Ao chegarmos fomos recebidos pela coordenadora do local e pastora da igreja ABA, que nos mostrou todas as dependencias estruturais e organizacionais. Esta ong, tem o objetivo de fornecer assistencia social, psicologica e juridica  para pessoas carentes em risco social em tratamento para o câncer.Conta também com uma equipe contratada , voluntarios e pessoas em cumprimento de penas alternativas. A associação fornece as pessoas cestas basicas, protetores solares devido a grande incidência de câncer de pele na região, sustagem, fraldas e roupas, da assitência  a pessoa com cancer e suas familias, tratando de toda a sua historia e de como elas estão inseridas no contexto familiar e social. Tem como mantenedora a igreja Aliança Biblica de Avivamento – ABA, conta também com o contrato da prefeitura e principalmente captação de doações. Tem atualmente aproximadamente 100 familias cadastradas nas cidades de indaial, gaspar, pomerode e blumenau. Realiza grupos de convivio todas as semanas com atividades de palestras e oficinas de diversas areas e temas. Fornece também atendimento individual quando necessario contando com acompanhamento domiciliar.
O principal ponto positivo desta instiuição é promover a auto estima e convivio social, melhorando assim a qualidade de vida e o enfrentamento da doença, outro aspectos observado é a importancia do fortalecimento de vínculo através da participação dos familiares nas atividades propostas.
Uma fragilidade exposta foi que diante das necessidades dos usuarios, a ong consegue atendimentos de saude atraves de relações pessoais não encaminhando para as devidas portas de entradas do sus, pensamos que desta forma o sistema de saude é mais amplamente afetado devido a priorização de atendimentos.
A segunda instiuição visitada neste dia foi o Centro de Lactação – Banco de Leite Humano de Blumenau, fornece um serviço que recebe doações de leite humano de 14 municipios da região, processa os leites e fornece para redes hospitalares de Blumenau. Fornece também um trabalho de orientação a lactantes  e suas familias. Conta com uma equipe interdisciplinar e também acolhe projetos de extensão e estagios curriculares.
Um ponto positivo é o bjetivo de promoção de saude,porém o ponto negativo é a atenção secundaria em saude, como o processamento do leite,  que funciona no mesmo espaço que um serviço de baixa complexidade, que preferencialmente poderia ser realizado pelas maternidades e estrategias de saude da familia considerando o vinculo que esta equipe desenvolve.
No dia 15 de junho (terça feira) visitamos outras duas instituições, a primeira foi a associação Enloucrescer, uma associação de apoio a familias, amigos e usuarios do serviço de saude mental de blumenau. Proporciona oficinas de pintura em tela, tear, patchwork, teatro, ginastica, inclusão digital, entre outros. Além de participação nos conselhos, congressos e palestras,  representando a entidade. Os recursos provem da venda dos artesanatos produzidos dentro da associação e apoio do CAPS 2, que fornece alimentação e alguns medicamentos necessarios.
Um ponto positivo da instituição é que ela proporciona um fortalecimento mental e social, criando vinculos afetivos entre si, diminuindo assim de maneira significativa o indice de crises dos participantes. 
Um ponto negativo observado na instituição, é que a mesma não recebe apoio financeiro da sistema único de saude, sendo totalmente composta por voluntarios.
Neste mesmo dia visitamos uma estrategia de saude da familia, no municipio de timbó, abrange aproximadamente 1500 familias entre 8 microareas ultrapassando 4 mil usuarios. Dentro  da estrutura fisica da estrategia encontramos o NASF,  onde compoem uma equipe multidisciplinar complementando o atendimento. Tem como principal objetivo a aproximação da unidade de saúde das familias, promovendo o acesso aos serviços, estabelecendo um vinculo entre a equipe e o usuario, a continuidade do cuidado e aumento da capacidade da resolutividade dos problemas de saude mais comuns.
Um ponto positivo observado na estrategia foi mapeamento dos usuarios atraves de uma planilha criada pela equipe interna, contando com dados de cada paciente como nome, idade, quantas vezes por mês é atendido, patologias e habitos pessoais. Facilitando assim o acompanhamento dos mesmos. Outro aspecto observado foi a preocupação da equipe em relação as familias valorizando o vinculo criado facilitando o atendimento. 
Um ponto negativo observado foi a grande demanda atendida pela estratégia, onde já caberia a implantação de mais uma equipe para o atendimento de toda a area, outro ponto negativo apontado é a falta de uma normatização de piso salarial e valorização dos profissionais, causando a falta de plano de carreira dos profissionais efetivos, além disso envolve também os profissionais de contrato temporario que não criam vinculos com o serviço e usuarios.
No dia 16 (quarta feira), visitamos a ESF Valério José Steil, está localizada no bairro da velha, blumenau-sc, no espaço trabalham duas equipes  de estrategia de saude da familia que juntas atendem em torno de 6 mil pacientes, tem por objetivo o trabalho de uma equipe multiprofissional.
Um ponto positivo encontrado é o comprometimento da equipe odontologica com os pacientes.
As fragilidades encontradas sãoa existencia de prontuarios manuais, farmacia sem controle de saida de medicamentos, equipe desestruturada, estrutura precaria pequena,  uso de carros particulares para realizar as visitas, uma única equipe odontologica atende a demanda das duas equipes, acessibilidade restrita ao andar superior onde funciona a equipe odontologica, uso inadequado das geladeiras, onde armazegam mutuamento  alimentos e medicamentos, observou-se também que a equipe multidisciplinar não corresponde ao preconizado. 
Neste mesmo dia, visitamos um ambulatorio geral  Diogo vergara, o ambulatorio tem por objetivo fazer o atendimento  casos de urgência por livre demanda, se faz também consultas de especialidades agendadas e atendimento multiprofissional voltado a uma area que é coberta pela estrategia de saude da familia.
Pontos positivos: sala de vacinação que funciona como prevenção primaria,  tem atendimento em todos os tres turnos, conta com uma grande equipe multidisciplinar, diferentes especialidades medicas, controle de saida de medicamentos, grupos de apoio a comunidades.
As fragilidades encontradas foram o atendimento descaracterizado pelo sus, onde não esta de acordo com a nova politica, não identificando assim se é um atendimento de baixa, media ou alta complexidade. 
De acordo com essas vivências pudemos observar a diversidade na realidade do sistema de saude e redes de apoio, de acordo com a politica imposta do sus. Verifica-se que alguns lugares seguem essas politicas e outros apresentam dificuldades nesta adaptação, observamos a grande demanda e diversidade dasnecessidades da população em relação aos atendimentos, onde algumas unidades acabam recebendo doações para que consigam manter a funcionalidade,denotando uma dificuldade de gestão e de entendimento dos profissionais sobre as formas de financimaneto do sistema. Percebemos que o bom andamento dos serviços está intimamente ligado ao comprometimento da equipe que é composto por diversos fatores, sejam eles pessoais, profissionais, educacionais, culturais, entre outros, consideramos então que o projeto denota um olhar critico causando um grande impacto na formação de visão profissional e pessoal dos participantes. 
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruna Kreutz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>indicadores</dc:subject>
    
      <dc:subject>Materiais para Saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>SUS</dc:subject>
    
      <dc:subject>saúde mental</dc:subject>
    
      <dc:subject>cultura da saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>saúde</dc:subject>
    
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      <dc:subject>MEDICAMENTOS</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-07-31T01:16:46Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
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    <title>Vivências VERSUS/VALE 2014</title>
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No dia 14 de julho de dois mil e quatorze (segunda-feira)  iniciamos nossas vivencias do projeto ver sus. O primeiro local visitado foi a Associação Blumenauense na Luta Contra o Câncer – ABLUCAN. Ao chegarmos fomos recebidos pela coordenadora do local e pastora da igreja ABA, que nos mostrou todas as dependencias estruturais e organizacionais. Esta ong, tem o objetivo de fornecer assistencia social, psicologica e juridica  para pessoas carentes em risco social em tratamento para o câncer.Conta também com uma equipe contratada , voluntarios e pessoas em cumprimento de penas alternativas. A associação fornece as pessoas cestas basicas, protetores solares devido a grande incidência de câncer de pele na região, sustagem, fraldas e roupas, da assitência  a pessoa com cancer e suas familias, tratando de toda a sua historia e de como elas estão inseridas no contexto familiar e social. Tem como mantenedora a igreja Aliança Biblica de Avivamento – ABA, conta também com o contrato da prefeitura e principalmente captação de doações. Tem atualmente aproximadamente 100 familias cadastradas nas cidades de indaial, gaspar, pomerode e blumenau. Realiza grupos de convivio todas as semanas com atividades de palestras e oficinas de diversas areas e temas. Fornece também atendimento individual quando necessario contando com acompanhamento domiciliar.
O principal ponto positivo desta instiuição é promover a auto estima e convivio social, melhorando assim a qualidade de vida e o enfrentamento da doença, outro aspectos observado é a importancia do fortalecimento de vínculo através da participação dos familiares nas atividades propostas.
Uma fragilidade exposta foi que diante das necessidades dos usuarios, a ong consegue atendimentos de saude atraves de relações pessoais não encaminhando para as devidas portas de entradas do sus, pensamos que desta forma o sistema de saude é mais amplamente afetado devido a priorização de atendimentos.
A segunda instiuição visitada neste dia foi o Centro de Lactação – Banco de Leite Humano de Blumenau, fornece um serviço que recebe doações de leite humano de 14 municipios da região, processa os leites e fornece para redes hospitalares de Blumenau. Fornece também um trabalho de orientação a lactantes  e suas familias. Conta com uma equipe interdisciplinar e também acolhe projetos de extensão e estagios curriculares.
Um ponto positivo é o bjetivo de promoção de saude,porém o ponto negativo é a atenção secundaria em saude, como o processamento do leite,  que funciona no mesmo espaço que um serviço de baixa complexidade, que preferencialmente poderia ser realizado pelas maternidades e estrategias de saude da familia considerando o vinculo que esta equipe desenvolve.
No dia 15 de junho (terça feira) visitamos outras duas instituições, a primeira foi a associação Enloucrescer, uma associação de apoio a familias, amigos e usuarios do serviço de saude mental de blumenau. Proporciona oficinas de pintura em tela, tear, patchwork, teatro, ginastica, inclusão digital, entre outros. Além de participação nos conselhos, congressos e palestras,  representando a entidade. Os recursos provem da venda dos artesanatos produzidos dentro da associação e apoio do CAPS 2, que fornece alimentação e alguns medicamentos necessarios.
Um ponto positivo da instituição é que ela proporciona um fortalecimento mental e social, criando vinculos afetivos entre si, diminuindo assim de maneira significativa o indice de crises dos participantes. 
Um ponto negativo observado na instituição, é que a mesma não recebe apoio financeiro da sistema único de saude, sendo totalmente composta por voluntarios.
Neste mesmo dia visitamos uma estrategia de saude da familia, no municipio de timbó, abrange aproximadamente 1500 familias entre 8 microareas ultrapassando 4 mil usuarios. Dentro  da estrutura fisica da estrategia encontramos o NASF,  onde compoem uma equipe multidisciplinar complementando o atendimento. Tem como principal objetivo a aproximação da unidade de saúde das familias, promovendo o acesso aos serviços, estabelecendo um vinculo entre a equipe e o usuario, a continuidade do cuidado e aumento da capacidade da resolutividade dos problemas de saude mais comuns.
Um ponto positivo observado na estrategia foi mapeamento dos usuarios atraves de uma planilha criada pela equipe interna, contando com dados de cada paciente como nome, idade, quantas vezes por mês é atendido, patologias e habitos pessoais. Facilitando assim o acompanhamento dos mesmos. Outro aspecto observado foi a preocupação da equipe em relação as familias valorizando o vinculo criado facilitando o atendimento. 
Um ponto negativo observado foi a grande demanda atendida pela estratégia, onde já caberia a implantação de mais uma equipe para o atendimento de toda a area, outro ponto negativo apontado é a falta de uma normatização de piso salarial e valorização dos profissionais, causando a falta de plano de carreira dos profissionais efetivos, além disso envolve também os profissionais de contrato temporario que não criam vinculos com o serviço e usuarios.
No dia 16 (quarta feira), visitamos a ESF Valério José Steil, está localizada no bairro da velha, blumenau-sc, no espaço trabalham duas equipes  de estrategia de saude da familia que juntas atendem em torno de 6 mil pacientes, tem por objetivo o trabalho de uma equipe multiprofissional.
Um ponto positivo encontrado é o comprometimento da equipe odontologica com os pacientes.
As fragilidades encontradas sãoa existencia de prontuarios manuais, farmacia sem controle de saida de medicamentos, equipe desestruturada, estrutura precaria pequena,  uso de carros particulares para realizar as visitas, uma única equipe odontologica atende a demanda das duas equipes, acessibilidade restrita ao andar superior onde funciona a equipe odontologica, uso inadequado das geladeiras, onde armazegam mutuamento  alimentos e medicamentos, observou-se também que a equipe multidisciplinar não corresponde ao preconizado. 
Neste mesmo dia, visitamos um ambulatorio geral  Diogo vergara, o ambulatorio tem por objetivo fazer o atendimento  casos de urgência por livre demanda, se faz também consultas de especialidades agendadas e atendimento multiprofissional voltado a uma area que é coberta pela estrategia de saude da familia.
Pontos positivos: sala de vacinação que funciona como prevenção primaria,  tem atendimento em todos os tres turnos, conta com uma grande equipe multidisciplinar, diferentes especialidades medicas, controle de saida de medicamentos, grupos de apoio a comunidades.
As fragilidades encontradas foram o atendimento descaracterizado pelo sus, onde não esta de acordo com a nova politica, não identificando assim se é um atendimento de baixa, media ou alta complexidade. 
De acordo com essas vivências pudemos observar a diversidade na realidade do sistema de saude e redes de apoio, de acordo com a politica imposta do sus. Verifica-se que alguns lugares seguem essas politicas e outros apresentam dificuldades nesta adaptação, observamos a grande demanda e diversidade dasnecessidades da população em relação aos atendimentos, onde algumas unidades acabam recebendo doações para que consigam manter a funcionalidade,denotando uma dificuldade de gestão e de entendimento dos profissionais sobre as formas de financimaneto do sistema. Percebemos que o bom andamento dos serviços está intimamente ligado ao comprometimento da equipe que é composto por diversos fatores, sejam eles pessoais, profissionais, educacionais, culturais, entre outros, consideramos então que o projeto denota um olhar critico causando um grande impacto na formação de visão profissional e pessoal dos participantes. 
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No dia 14 de julho de dois mil e quatorze (segunda-feira)  iniciamos nossas vivencias do projeto ver sus. O primeiro local visitado foi a Associação Blumenauense na Luta Contra o Câncer – ABLUCAN. Ao chegarmos fomos recebidos pela coordenadora do local e pastora da igreja ABA, que nos mostrou todas as dependencias estruturais e organizacionais. Esta ong, tem o objetivo de fornecer assistencia social, psicologica e juridica  para pessoas carentes em risco social em tratamento para o câncer.Conta também com uma equipe contratada , voluntarios e pessoas em cumprimento de penas alternativas. A associação fornece as pessoas cestas basicas, protetores solares devido a grande incidência de câncer de pele na região, sustagem, fraldas e roupas, da assitência  a pessoa com cancer e suas familias, tratando de toda a sua historia e de como elas estão inseridas no contexto familiar e social. Tem como mantenedora a igreja Aliança Biblica de Avivamento – ABA, conta também com o contrato da prefeitura e principalmente captação de doações. Tem atualmente aproximadamente 100 familias cadastradas nas cidades de indaial, gaspar, pomerode e blumenau. Realiza grupos de convivio todas as semanas com atividades de palestras e oficinas de diversas areas e temas. Fornece também atendimento individual quando necessario contando com acompanhamento domiciliar.
O principal ponto positivo desta instiuição é promover a auto estima e convivio social, melhorando assim a qualidade de vida e o enfrentamento da doença, outro aspectos observado é a importancia do fortalecimento de vínculo através da participação dos familiares nas atividades propostas.
Uma fragilidade exposta foi que diante das necessidades dos usuarios, a ong consegue atendimentos de saude atraves de relações pessoais não encaminhando para as devidas portas de entradas do sus, pensamos que desta forma o sistema de saude é mais amplamente afetado devido a priorização de atendimentos.
A segunda instiuição visitada neste dia foi o Centro de Lactação – Banco de Leite Humano de Blumenau, fornece um serviço que recebe doações de leite humano de 14 municipios da região, processa os leites e fornece para redes hospitalares de Blumenau. Fornece também um trabalho de orientação a lactantes  e suas familias. Conta com uma equipe interdisciplinar e também acolhe projetos de extensão e estagios curriculares.
Um ponto positivo é o bjetivo de promoção de saude,porém o ponto negativo é a atenção secundaria em saude, como o processamento do leite,  que funciona no mesmo espaço que um serviço de baixa complexidade, que preferencialmente poderia ser realizado pelas maternidades e estrategias de saude da familia considerando o vinculo que esta equipe desenvolve.
No dia 15 de junho (terça feira) visitamos outras duas instituições, a primeira foi a associação Enloucrescer, uma associação de apoio a familias, amigos e usuarios do serviço de saude mental de blumenau. Proporciona oficinas de pintura em tela, tear, patchwork, teatro, ginastica, inclusão digital, entre outros. Além de participação nos conselhos, congressos e palestras,  representando a entidade. Os recursos provem da venda dos artesanatos produzidos dentro da associação e apoio do CAPS 2, que fornece alimentação e alguns medicamentos necessarios.
Um ponto positivo da instituição é que ela proporciona um fortalecimento mental e social, criando vinculos afetivos entre si, diminuindo assim de maneira significativa o indice de crises dos participantes. 
Um ponto negativo observado na instituição, é que a mesma não recebe apoio financeiro da sistema único de saude, sendo totalmente composta por voluntarios.
Neste mesmo dia visitamos uma estrategia de saude da familia, no municipio de timbó, abrange aproximadamente 1500 familias entre 8 microareas ultrapassando 4 mil usuarios. Dentro  da estrutura fisica da estrategia encontramos o NASF,  onde compoem uma equipe multidisciplinar complementando o atendimento. Tem como principal objetivo a aproximação da unidade de saúde das familias, promovendo o acesso aos serviços, estabelecendo um vinculo entre a equipe e o usuario, a continuidade do cuidado e aumento da capacidade da resolutividade dos problemas de saude mais comuns.
Um ponto positivo observado na estrategia foi mapeamento dos usuarios atraves de uma planilha criada pela equipe interna, contando com dados de cada paciente como nome, idade, quantas vezes por mês é atendido, patologias e habitos pessoais. Facilitando assim o acompanhamento dos mesmos. Outro aspecto observado foi a preocupação da equipe em relação as familias valorizando o vinculo criado facilitando o atendimento. 
Um ponto negativo observado foi a grande demanda atendida pela estratégia, onde já caberia a implantação de mais uma equipe para o atendimento de toda a area, outro ponto negativo apontado é a falta de uma normatização de piso salarial e valorização dos profissionais, causando a falta de plano de carreira dos profissionais efetivos, além disso envolve também os profissionais de contrato temporario que não criam vinculos com o serviço e usuarios.
No dia 16 (quarta feira), visitamos a ESF Valério José Steil, está localizada no bairro da velha, blumenau-sc, no espaço trabalham duas equipes  de estrategia de saude da familia que juntas atendem em torno de 6 mil pacientes, tem por objetivo o trabalho de uma equipe multiprofissional.
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As fragilidades encontradas sãoa existencia de prontuarios manuais, farmacia sem controle de saida de medicamentos, equipe desestruturada, estrutura precaria pequena,  uso de carros particulares para realizar as visitas, uma única equipe odontologica atende a demanda das duas equipes, acessibilidade restrita ao andar superior onde funciona a equipe odontologica, uso inadequado das geladeiras, onde armazegam mutuamento  alimentos e medicamentos, observou-se também que a equipe multidisciplinar não corresponde ao preconizado. 
Neste mesmo dia, visitamos um ambulatorio geral  Diogo vergara, o ambulatorio tem por objetivo fazer o atendimento  casos de urgência por livre demanda, se faz também consultas de especialidades agendadas e atendimento multiprofissional voltado a uma area que é coberta pela estrategia de saude da familia.
Pontos positivos: sala de vacinação que funciona como prevenção primaria,  tem atendimento em todos os tres turnos, conta com uma grande equipe multidisciplinar, diferentes especialidades medicas, controle de saida de medicamentos, grupos de apoio a comunidades.
As fragilidades encontradas foram o atendimento descaracterizado pelo sus, onde não esta de acordo com a nova politica, não identificando assim se é um atendimento de baixa, media ou alta complexidade. 
De acordo com essas vivências pudemos observar a diversidade na realidade do sistema de saude e redes de apoio, de acordo com a politica imposta do sus. Verifica-se que alguns lugares seguem essas politicas e outros apresentam dificuldades nesta adaptação, observamos a grande demanda e diversidade dasnecessidades da população em relação aos atendimentos, onde algumas unidades acabam recebendo doações para que consigam manter a funcionalidade,denotando uma dificuldade de gestão e de entendimento dos profissionais sobre as formas de financimaneto do sistema. Percebemos que o bom andamento dos serviços está intimamente ligado ao comprometimento da equipe que é composto por diversos fatores, sejam eles pessoais, profissionais, educacionais, culturais, entre outros, consideramos então que o projeto denota um olhar critico causando um grande impacto na formação de visão profissional e pessoal dos participantes. 
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruna Kreutz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>indicadores</dc:subject>
    
      <dc:subject>Materiais para Saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>SUS</dc:subject>
    
      <dc:subject>saúde mental</dc:subject>
    
      <dc:subject>cultura da saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>estratégia</dc:subject>
    
      <dc:subject>Segurança do Paciente</dc:subject>
    
      <dc:subject>versus</dc:subject>
    
      <dc:subject>Saúde do Idoso</dc:subject>
    
      <dc:subject>Cuidado em Saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>Formação</dc:subject>
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
      <dc:subject>conceitos</dc:subject>
    
      <dc:subject>Medicamentos</dc:subject>
    
      <dc:subject>educação</dc:subject>
    
      <dc:subject>Estudante</dc:subject>
    
      <dc:subject>prevenção em saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>ver-sus</dc:subject>
    
      <dc:subject>Promoção da Saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
      <dc:subject>MEDICAMENTOS</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-07-31T01:15:16Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/versus/vivencias-1/mato-grosso-do-sul/portfolio/nadia-cristina-bortoleto-da-silva/portfolio-final-ver-sus">
    <title>Portfólio final VER-SUS</title>
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    <description>Relato Final</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center"><strong><strong><i>PRIMEIRO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p><strong><i>Em se tratando de um primeiro dia gostaria de defini-lo como surpreendente. A vivência VERSUS me surpreendeu positivamente pela empolgação dos viventes e pelo conhecimento que os viventes têm sobre o Sistema Único de Saúde. Acredito que são futuros profissionais envolvidos com o SUS e que colocarão em prática os princípios e diretrizes do SUS.</i></strong></p>
<p><strong><i>O dia foi bastante produtivo, com recepção, acomodação nos quartos e passeio na Lagoa Maior de Três Lagoas com dinâmica. Esta foi de apresentação e de criar história coletiva. Na história, tivemos como enredo a criação do SUS e, por isso, foi possível perceber os conhecimentos dos viventes sobre o SUS.</i></strong></p>
<p align="right"><strong><i><br /></i></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>SEGUNDO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p><strong><i>Com o término do segundo dia da vivência, vejo viventes mais engajados e ansiosos para irem em campo durante a semana. Como facilitadora, estou ansiosa para dividir experiências com os viventes.</i></strong></p>
<p><strong><i>Em se tratando da rotina de hoje, houveram discussões sobre educação em saúde e sobre toda a história da saúde pública no Brasil. Todos os viventes e facilitadores se expressaram e a conclusão final do dia é que nós como futuros profissionais precisamos lutar pelo SUS, que é uma grande conquista popular que tem muito a crescer no nosso país.</i></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>TERCEIRO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>Iniciamos o encontro com a professora Renilda que nos proporcionou uma dinâmica de acolhimento, que nos fez perceber as diferenças de expressões dos outros viventes, fazendo que começássemos a observar mais as pessoas. Após a dinâmica a professora nos separou em dois grupos para elencarmos palavras que definissem o controle social, em grupo discutimos sobre o assunto. Foi uma proposta de atividade interessante, conseguimos entender a importância do controle social e o que abrange e como ele pode ser entendido, ou seja, envolve a participação do cidadão na gestão pública com a ajuda da fiscalização, do monitoramento e controle das ações e da Administração Pública.</i></strong></strong></p>
<p><strong><i>No período da tarde, todos os viventes, facilitadoras, professora Renilda e enfermeira Beatriz fomos visitar as unidades básicas de saúde. Visitamos as ESFs Vila Haro, Maristela e Santo André. As enfermeiras responsáveis por cada unidade esclareceram dúvidas dos viventes, mostraram as estruturas das unidades e falaram um pouco sobre a rotina e área de abrangência.</i></strong></p>
<p><strong><i>Por fim, no período noturno ocorreu a visita à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Lá, as enfermeiras Isabela, Michele e Patrícia apresentaram toda a estrutura e explicaram um pouco da rotina da unidade. Estavam presentes os viventes, facilitadoras e professora Renilda.</i></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>QUARTO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p><strong><i>No quarto dia de vivência, pela manhã viventes e facilitadoras foram encaminhados às unidades básicas de saúde. Eu e duas viventes, fomos à ESF Vila Haro. Lá, chegamos, cumprimentamos os profissionais e usuários e fomos conversar com os pacientes. Estes deixaram claro que são muito satisfeitos com a unidade, ressaltaram o sentimento de acolhimento por parte de todos os profissionais e se demonstraram satisfeitos de uma forma geral. Em contrapartida, os pacientes relataram a necessidade da implantação da farmácia na unidade uma vez que para a retirada de medicamentos precisam se deslocar para outras unidades. Fizemos visitas com a ACS Cida que demonstrou muito comprometimento com seu trabalho, ela foi a unica agente de saúde que deixou nos acompanharmos sua rotina.</i></strong></p>
<p><strong><i>Ficamos felizes com o trabalho que ela desempenha e surpresos com os agentes por percebermos um certo receio em acompanhar nas visitas.</i></strong></p>
<p><strong><i>No período vespertino, as atividades foram realizadas no campus da UFMS com a vista dos profissionais da Vigilância Epidemiológica e Sanitária. Eles apresentaram a realidade em Três Lagoas e esclareceram dúvidas. Ademais, pudemos contar com a presença da enfermeira Beatriz e da professora Renilda.</i></strong></p>
<p><strong><i>No período noturno, por fim, as professoras Ilda, Ani e Renilda fizeram dinâmicas com os participantes para a apresentação do Programa Nacional de Práticas Integrativas e Comunitárias. Essas atividades foram de grande valia para demonstrar que o processo de cuidado pode ser realizado a partir de diferentes vertentes, que são complementares e não hierárquicas.</i></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>QUINTO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>No período da tarde, todos os viventes, facilitadoras e professoras Ilda e Renilda foram visitar o Hospital Auxiliadora da cidade, o qual atende Três Lagoas e todas as cidades vizinhas do bolsão sul mato-grossense. Os funcionários do hospital pareceram bastante humanizados e um fato importante é que este estabelecimento se encontra em reformas de várias alas.</i></strong></strong></p>
<p><strong><i>As alas ainda sem reforma apresentam algumas falhas de estrutura, porém ficou explícito que os profissionais tentam compensar essa falta com um tratamento humanizado, como deve ser, principalmente na ala da obstetrícia.</i></strong></p>
<p><strong><i>Para terminar o dia, durante a noite, viventes, facilitadoras e professoras Renilda e Jomara fizeram uma visita à feira livre da cidade para que os acadêmicos.</i></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>SEXTO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>Á tarde fomos com a professora Ani nos levou até o CAPS AD e CAPS II que são instituições totalmente financiadas pelo SUS, que são destinadas a acolher pacientes com transtornos mentais e pacientes viciados em drogas e/ou álcool. Na unidade é estimulado a sua integração social e familiar, são apoiados em suas iniciativas de busca da autonomia, oferecendo-lhes atendimento médico e psicossocial. A assistente social Tania abriu as portas do CAPS AD, para nos contar sobre o trabalho deles com esses pacientes, foi explicado um pouco sobre os principais tipos de recaídas. O CAPS AD trabalha com pacientes intensivos (os que vão toda semana, se alimentam lá e tomam sua medicação e participam das oficinas), semi-intensivos (os que vão de 1 a 4 vezes por semana) e não intensivos (que estão estáveis e realizam apenas um acompanhamento). No CAPS II conversamos com a Patrícia que nos mostrou as salas da unidade e explicou como eles realizam o acolhimento dos pacientes que precisam de um tratamento mental. O lugar é acolhedor, oferece oficinas, cuidam daqueles que precisam de banho, alimentação e receber as medicações necessárias. Com uma equipe multiprofissional eles atendem cerca de 18 pacientes por dia. </i></strong></strong><strong><i><strong>Para finalizar nossa tarde, a professora Aní especialista em saúde mental, passou um filme: Nice – O coração da loucura. O filme retrata o método antigo de tratamento dos pacientes com esquizofrenia, eram tratados semelhantemente como bichos pelos enfermeiros e médicos. Os profissionais não eram treinados para trabalhar com a saúde mental e era muito difícil interferir para melhorar isso. Quando a psiquiatra Nice chega ao hospital os outros médicos tem uma certa resistência contra ela, pois ela não queria aceitar os métodos deles de trabalho. </strong><strong>Como o filme podemos refletir sobre como queremos ser quando profissionais, aquele que só atende o paciente sem dar todas as informações ou sem dar um atendimento acolhedor e amoroso? Ou queremos ser aquele profissional humanista que atende o paciente da melhor forma possível e que importa com ele?. Esse filme foi sensacional, pode-se discutir muito sobre ele e relacionar com os dias atuais, com os problemas que enfrentamos e profissionais que temos no mercado hoje.</strong></i></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>SÉTIMO DIA DE VIVÊNCIA</i></strong></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>O sétimo dia aconteceu no campus da UFMS onde estava presente viventes, facilitadoras e comissão organizadora. Todos fizeram uma auto avaliação e puderam contar suas impressões da semana intensa que foi vivida.</i></strong></strong></p>
<p align="center"><strong><strong><i>Foi um momento de muita emoção,ficamos muito felizes e grata por todo o momento da vivência.</i></strong></strong></p>
<p align="center"><strong><i>Como facilitadora me senti frustada, porque acho que não fui o que deveria ser. Fiquei um pouco perdida e isso me  atrapalhou. Mas foi uma experiência maravilhosa, aprendemos muito sobre o SUS e vimos que precisamos vestir a camisa do SUS para uma saúde de qualidade.</i></strong></p>
<p align="center"><strong><i><br /></i></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nadia Cristina Bortoleto da Silva</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Estudante</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-20T02:45:31Z</dc:date>
    <dc:type>Pagina</dc:type>
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