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  <title>Observatório T.I.C. em Sistemas e Serviços de Saúde</title>
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            These are the search results for the query, showing results 61 to 75.
        
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/projeto-caminhos-do-cuidado-saude-mental-e-atencao-basica">
    <title>Projeto Caminhos do Cuidado: Saúde Mental e Atenção Básica</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/projeto-caminhos-do-cuidado-saude-mental-e-atencao-basica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O projeto Caminhos do Cuidado iniciado em 2013 encontra-se em fase de descentralização, fechando seu ciclo em direção à meta de oferecer formação em saúde mental, crack e outras drogas para um contingente de 290.197 agentes comunitários de saúde (ACSs) e auxiliares e técnicos em enfermagem (ATENFs). Nessa nova etapa, a Rede de Escolas Técnicas do SUS (RET-SUS), parceira do projeto, ganha destaque participando tanto da produção como também da iniciação de turmas, formação pedagógica e avaliação de candidatos, contando com o apoio das equipes regionais (macros e coordenações estaduais e grupo de apoio). O objetivo é garantir sustentabilidade à iniciativa, superando seu tempo de duração, previsto para final de 2014.</p>
<p style="text-align: justify; ">A formação proposta pelo Caminhos do Cuidado inovou por ser dinâmica, com estratégias que possibilitam aos atores da Atenção Básica trabalhar em conjunto com a Saúde Mental, acolhendo e cuidando do usuário. Outra peculiaridade é que todo o trabalho se dá conforme as especificidades de cada território, levando em conta a realidade local nas mais diferentes regiões do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">E para acompanhar toda essa transformação do projeto, a Comunicação Social está reformulando o site do projeto </span><a href="http://www.caminhosdocuidado.org/" style="text-align: justify; ">http://www.caminhosdocuidado.org/</a><span style="text-align: justify; ">, que está ganhando nova estrutura, com uma identidade visual e conteúdo que dê suporte aos estados.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
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    <dc:date>2015-10-29T12:15:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/saude-suplementar-para-gestores-do-sus">
    <title>Saúde Suplementar para gestores do SUS</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/saude-suplementar-para-gestores-do-sus</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), na Coleção Progestores – Para entender a gestão do SUS, elaborou e publicou uma coletânea de textos sobre a regulação na Saúde Suplementar, voltada para gestores de políticas públicas em saúde e demais interessados.</p>
<p>A compreensão da relação entre a gestão da saúde, as políticas públicas para o setor e a saúde suplementar vem se alterando no decorrer dos últimos anos, principalmente desde a Constituição brasileira de 1988 e a criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Questões financeiras, legais, de acesso e de qualidade mediam a necessária compreensão da área dos planos e seguros privados de saúde e suas relações com a saúde pública. Daí a relevância dessa iniciativa do CONASS.</p>
<p>Estruturado em três capítulos, “Regulamentação do Setor de Planos e Seguros de Saúde no Brasil”, “O Estado da Arte: O Mercado de Saúde Suplementar” e “Interfaces do Setor de Saúde Suplementar com o SUS”, o livro contém informações relevantes e atuais. Apesar da sua primeira edição datar de 2007, traz atualizações até 20154. O livro traz também informações atualizadas sobre o ressarcimento dos planos de saúde, a cobertura por região e o faturamento das operadoras, e a recente ampliação de procedimentos previstos.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Para saber mais do CONASS acesse: <a href="http://www.conass.org.br/">http://www.conass.org.br/</a></p>
<p>Para acessar a Coleção Progestores acesse: http://www.conass.org.br/biblioteca/</p>
<p>Para ler o livro “Saúde Suplementar” acesse: http://www.conass.org.br/biblioteca/saude-suplementar/</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
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    <dc:date>2015-10-28T21:47:42Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/livro-mais-substancias-para-o-trabalho-em-saude-com-usuarios-de-drogas">
    <title>Livro "Mais substâncias para o trabalho em saúde com usuários de drogas"</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/livro-mais-substancias-para-o-trabalho-em-saude-com-usuarios-de-drogas</link>
    <description>Editora da Rede UNIDA lança em sua Biblioteca Digital o livro "Mais substâncias para o trabalho em saúde com usuários de drogas" organizado por Tatiana Ramminger e Martinho Silva.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>"Por uma questão de puro afeto, antes de produzir meu diálogo com o material, quero só declarar: viva, Tatiana!!! Isso, Tatiana viva nesse livro. Seu corpo sem órgãos aqui está de um modo belo e provocador. Sei que outros aí estão como autores de toda a produção, mas Tatiana .... sim faz falta pelo o que em potência teria como um de-vir. A força desse que aqui está é em si muito significativo nesse momento que vivemos, na sociedade brasileira. Um clima conservador em relação a multiplicidade do modo de viver por parte de uma grande multidão de brasileiros e brasileiras, que tem no preconceito contra a diferença do outro buscado agires fascistas anti-vida, imaginando-se consagrando modos de vidas normais. Vir com essa produção de conhecimento, nesse livro, traz a ousadia de enfrentar, como resistência afirmativa, exatamente isso: furar as práticas e estratégia que produzem da diferença desigualdade, afirmando os muitos repertórios da multiplicidade dos viveres em nós, todos os seres em produção. Isso nos inscreve no cotidiano do nosso agir como militantes antifascistas radicais, pois qualquer vida vale a pena para nós que queremos o que Tatiana sempre quis e lutou até o último minuto de si. Obrigado Tati por essa oportunidade de conversar contigo". Trechos retirados da apresentação feita por Emerson Elias Merhy.</p>
<p> </p>
<p>Acesse o livro em: http://www.redeunida.org.br/editora/biblioteca-digital/colecao-micropolitica-do-trabalho-e-o-cuidado-em-saude/mais-substancias-para-o-trabalho-em-saude-com-usuarios-de-drogas-1</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
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    <dc:date>2015-10-28T21:14:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/ampliacao-de-procedimentos-na-saude-suplementar">
    <title>Ampliação de procedimentos na saúde suplementar</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/ampliacao-de-procedimentos-na-saude-suplementar</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Beneficiários de planos e seguros privados de saúde terão direito, a partir de janeiro de 2016, a mais procedimentos, a medicamentos para tratamento domiciliar de câncer e a ampliação do número de consultas de profissionais selecionados, entre os quais consultas de psicoterapia.</p>
<p>A medida é resultado do processo de revisão periódica do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que contou com reuniões do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (COSAÚDE) e de consulta pública realizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e vai beneficiar 50,3 milhões de consumidores em planos de assistência médica e outros 21,9 milhões de beneficiários com planos exclusivamente odontológicos.</p>
<p>Além da inclusão de 21 procedimentos no rol da saúde suplementar, a ANS ampliou o uso de outros procedimentos já ofertados. Entre os quais, a ampliação do tratamento imunobiológico subcutâneo para artrite psoriásica e a ampliação do uso de medicamentos para tratamento da dor como efeito adverso ao uso de antineoplásicos. Também houve aumento do número de sessões com fonoaudiólogo, de 24 para 48 ao ano para pacientes com gagueira e idade superior a sete anos e transtornos da fala e da linguagem; de 48 para 96, para quadros de transtornos globais do desenvolvimento e autismo; e 96 sessões, para pacientes que se submeteram ao implante de prótese auditiva ancorada no osso. Vale destacar ainda a ampliação das consultas em nutrição, de seis para 12 sessões, para gestantes e mulheres em amamentação. Além da ampliação das sessões de psicoterapia de 12 para 18 sessões; entre outros.</p>
<p>Para essa revisão, foi realizada consulta pública on line com grande participação de consumidores. Foi um total de 6.338 contribuições online. Sendo, 66% de consumidores, 12% de representantes de operadoras de planos de saúde, e 11% de prestadores de serviços de saúde.</p>
<p>Mais notícias sobre a saúde suplementar na página da ANS: http://www.ans.gov.br/</p>
<p>Leia essa notícia na íntegra em: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/sobre-a-ans/3035-usuarios-terao-21-novos-procedimentos-cobertos-por-planos-de-saude#sthash.X0xISH4c.dpuf</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
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    <dc:date>2015-10-28T21:07:18Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/administracao-portal/video-destaque/troca-de-informacao-em-saude-suplementar">
    <title>Troca de Informação em Saúde Suplementar</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/administracao-portal/video-destaque/troca-de-informacao-em-saude-suplementar</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
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    <dc:date>2015-10-09T15:05:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/acervo/videos/troca-de-informacao-em-saude-suplementar">
    <title>Troca de Informação em Saúde Suplementar</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/seminario-de-pesquisa-2-201co-estado-da-arte-nas-regionais201d">
    <title>Seminário de Pesquisa 2 “O Estado da Arte nas Regionais”</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/seminario-de-pesquisa-2-201co-estado-da-arte-nas-regionais201d</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O segundo seminário do grupo de pesquisadores foi realizado dias 11 e 12 de maio de 2015, na cidade de Belém do Pará, contado com representantes dos grupos das Regionais Norte e Sul . Este encontro focou-se em três temáticas: a apresentação das análises dos dados secundários produzidas até então; discussão dos atos normativos emitidos pela ANS, a partir da perspectiva de análise de políticas; e desenho e encaminhamentos para o site interativo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
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    <dc:date>2015-10-09T14:50:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/seminario-3-201cencaminhamentos-para-produto201d">
    <title>Seminário de Pesquisa 3 “Encaminhamentos para Produto”</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/seminario-3-201cencaminhamentos-para-produto201d</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No mês de junho, dias 26 e 27, foi realizado o terceiro Seminário do grupo de pesquisadores, na cidade de Porto Alegre. O encontro teve como objetivo validar as análises produzidas até então, discutir o formato do site e planejar as próximas etapas da pesquisa.</p>
<p class="Corpo">Conforme já indicado e discutido em seminários anteriores, a metodologia de análise das políticas e tecnologias de cuidado na Saúde Suplementar inclui a identificação e a caracterização das ofertas assistenciais. Embora não se trate de uma pesquisa de cunho eminentemente quantitativo, o recurso analítico da caracterização mais geral de cobertura assistencial,  capacidade física e tecnológica, composição da força de trabalho e distribuição física de recursos assistenciais opera como uma série de marcadores avaliativos, considerados como elementos interpretativos com grande capacidade de falseamento/adensamento de evidências, quando postos a triangular com outras fontes de dados, as quais estamos aguardando serem enviadas pela ANS. A questão central discutida no seminário não trata-se da caracterização de séries, mas a produção de recursos analíticos do contexto atual com capacidade de prospecção. No marco analítico da pesquisa, a caracterização do cenário opera como dispositivo de triangulação para a construção de conhecimentos úteis para a compreensão das práticas tecnoassistenciais na Saúde Suplementar.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
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      <dc:subject>Seminário</dc:subject>
    
      <dc:subject>Saúde Suplementar</dc:subject>
    
      <dc:subject>Metodologia</dc:subject>
    
      <dc:subject>ANS</dc:subject>
    
      <dc:subject>Projeto de Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-09T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/seminario-de-pesquisa-1-201capontamentos-metodologicos201d">
    <title>Seminário de Pesquisa 1 “Apontamentos Metodológicos”</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/saude-mental/news/news/seminario-de-pesquisa-1-201capontamentos-metodologicos201d</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O primeiro encontro do grupo de pesquisadores foi realizado nos dias 30 e 31 de março de 2015, na cidade de Manaus. O encontro teve como objetivo afinar as equipes teoricamente e avaliar o funcionamento metodológico do trabalho em rede até então, para, assim, desenhar as próximas etapas da pesquisa.</p>
<p>Neste encontros de alinhamento metodológico reuniram-se a equipe das instituições parceiras da região Norte e representantes da equipe da Região Sul, além de convidados para discussão temática.</p>
<p>O percurso metodológico adotado nesse projeto requer uma discussão detalhada, muito apoiado nas análises de Minayo (2002) quando lembra que uma definição para a “metodologia” é o “caminho do pensamento e a prática exercida na abordagem da realidade”, consistindo na articulação entre “conteúdos, pensamentos e existências”. A metodologia consiste, assim, “nas concepções teóricas de abordagem, o  conjunto de técnicas que possibilitam a construção da realidade e o sopro divino do potencial criativo do investigador” (MINAYO, 2002, Pág. 16 1 ).</p>
<p>É no âmbito da pesquisa social, mais especificamente no campo da análise de políticas públicas, no caso, a Política Pública de Saúde Mental em sua interface com o subsistema de Saúde Suplementar, que pretendemos situar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias que está associado a ela, desde essa etapa inicial.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Renata Flores Trepte</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
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    <dc:date>2015-10-09T14:50:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/rj-uff-pesquisa-efeitos-do-pmaq-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica">
    <title>RJ: UFF pesquisa efeitos do PMAQ e do Mais Médicos na atenção básica</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/rj-uff-pesquisa-efeitos-do-pmaq-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">O <strong>Instituto de Saúde Coletiva</strong> da Universidade Federal Fluminense irá realizar, nos próximos 2 anos, uma pesquisa para avaliar os efeitos do <strong>Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica</strong> (PMAQ–AB) e do <strong>Mais Médicos</strong> na atenção básica no Estado do Rio de Janeiro. A avaliação foi encomendada pelo Ministério da Saúde e terá caráter qualitativo e quantitativo.</div>
<p> </p>
<p>A atenção básica é a porta de entrada do usuário ao sistema de saúde e por onde se busca manter um contato mais direto com a população. Funciona como centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. A meta é ampliar cada vez mais as equipes de Saúde da Família que tenham como foco ir em busca do usuário em sua própria residência.</p>
<p>Os responsáveis pela pesquisa irão selecionar um município em cada divisão regional no Estado, totalizando nove municípios. Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://www.uff.br/?q=isc-uff-vai-realizar-pesquisa-sobre-os-efeitos-do-pmaq-ab-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica-em">http://www.uff.br/?q=isc-uff-vai-realizar-pesquisa-sobre-os-efeitos-do-pmaq-ab-e-do-mais-medicos-na-atencao-basica-em</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-26T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/governo-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias">
    <title>Governo vai formar mais profissionais para atuar nas residências</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/governo-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias</link>
    <description>A iniciativa visa expandir o número de preceptores para os programas de residência e Medicina Geral de Família e Comunidade em todas as regiões do país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste"><span>O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou na quarta-feira, em Brasília, o <strong>Plano Nacional de Formação de Preceptores</strong>, durante seminário promovido pelo Ministério da Educação para debater os desafios e avanços na formação médica no Brasil. O objetivo é aumentar a quantidade de profissionais capacitados para atender os programas de residência em Medicina Geral de Família e Comunidade (MGFC) em todas as regiões do país.</span></div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">“Isso implica recursos, estratégias, mobilização com os gestores municipais, mas fundamentalmente com as instituições de ensino superiores públicas e privadas para fazer uma forte articulação nesse processo de formação de preceptores. A ideia é dar oportunidade aos próprios médicos residentes para que façam também uma formação de preceptor para que, ao concluírem a especialização, sejam formadores de novos especialistas”, destacou Chioro.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A medida integra o programa <strong>Mais Médicos</strong> e traz também benefícios à expansão e qualificação da graduação em Medicina. Com a oferta do curso de preceptoria para os residentes em MGFC, os profissionais concluirão a especialização capacitados também para serem preceptores tanto da residência como da graduação.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A expectativa é formar mais 10 mil preceptores até 2018, chegando a 14,2 mil profissionais. Com essa ação, o governo federal vai garantir, no mínimo, um preceptor para cada três residentes, que é um dos requisitos exigidos para abrir novas vagas.</div>
<p> </p>
<div>Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19265-governo-federal-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias">http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19265-governo-federal-vai-formar-mais-profissionais-para-atuar-nas-residencias</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-24T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/populacao-podera-usar-a-internet-para-aprimorar-o-mais-medicos">
    <title>População poderá usar a internet para aprimorar o Mais Médicos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/populacao-podera-usar-a-internet-para-aprimorar-o-mais-medicos</link>
    <description>Novo canal de comunicação entre governo e sociedade servirá para que a população envie propostas que possam contribuir para a criação de políticas públicas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p><span>O ministro da Saúde, Arthur Chioro, destacou na última sexta-feira, </span><span>em Salvador (BA), que a nova plataforma de comunicação <strong><a class="external-link" href="http://dialoga.gov.br/">Dialoga Brasil</a></strong> terá</span><span> </span><span>sete programas estratégicos que foram definidos como prioridades nacionais na área de Saúde, entre eles o <strong>Mais Médicos</strong>.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">“É o momento de o Brasil decidir como vamos planejar a saúde nos próximos quatro anos. Isso vai orientar o Plano Nacional de Saúde. E agora, com o Dialoga Brasil, temos uma nova ferramenta de participação. Através das redes sociais, da internet, cada cidadão e cidadã brasileira pode dar sua contribuição – e é isso que a gente espera receber”, afirmou.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">“Tem muita gente que acha que o Mais Médicos foi somente a participação dos médicos cubanos. E é verdade que, no primeiro momento, graças a mais de 11 mil médicas e médicos cubanos conseguimos levar atendimento médico básico aonde nunca antes o Brasil conseguiu colocar. <span>Só que agora abrimos mais de 4 mil vagas e 100% foram ocupadas por médicos brasileiros”, acrescentou.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Entre os brasileiros que participaram da primeira etapa do Mais Médicos, 91% disseram que foram muito bem recebidos pelas prefeituras e pela população e recomendaram fortemente aos seus colegas brasileiros que participassem do programa.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O mais importante, disse o ministro, é que o Brasil vai passar de 1,8 médicos por mil habitantes (em 2013) para  2,7 médicos / mil habitantes, padrão que o Reino Unido oferece hoje à sua população, graças também ao programa de ampliação das vagas nos cursos de medicina</div>
<p> </p>
<div>“Formar médico vai deixar de ser privilégio de família de gente bem colocada na sociedade. Como vimos na solenidade dos dois anos do Mais Médicos, uma estudante de medicina, filha de lavradores, fazendo faculdade de Medicina na Universidade Federal de Caicó”, lembrou Chioro.</div>
<p> </p>
<div>Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19218-dialoga-brasil-vai-ajudar-a-aprimorar-o-mais-medicos-e-orientar-plano-nacional-de-saude">http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/19218-dialoga-brasil-vai-ajudar-a-aprimorar-o-mais-medicos-e-orientar-plano-nacional-de-saude</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-20T15:25:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-amplia-consultas-e-reduz-internacoes">
    <title>Mais Médicos amplia consultas e reduz internações</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/mais-medicos-amplia-consultas-e-reduz-internacoes</link>
    <description>Tratamento preventivo evita que pacientes precisem ir aos hospitais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <strong>Mais Médicos</strong> está conseguindo melhorar o acesso à Saúde nos municípios que aderiram ao programa. De acordo com dados da Rede Observatório do Programa Mais Médicos, <strong>o número de consultas aumentou 33%</strong> nos municípios onde os médicos da iniciativa atuam, enquanto nos demais municípios o crescimento foi de 15%.</p>
<p>Outro impacto foi a redução no número de internações, comprovando entendimento do Ministério da Saúde de que a Atenção Básica pode resolver 80% dos problemas de saúde da população sem necessidade de encaminhamento a hospitais.</p>
<p> </p>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A expectativa é que em 2015 mais de 91 mil brasileiros deixem de ser internados. Para o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto, é uma surpresa ter resultados na Saúde com apenas dois anos do programa. Hêider lembra que, durante o levantamento, os pesquisadores encontraram situações em os médicos do programa faziam procedimentos antes incomuns em postos de saúde, como sutura e retirada de unha. “Em outros locais, foi verificada queda de internações porque a atenção básica conseguiu resolver o problema de saúde e casos em que os médicos conseguiram identificar problemas graves que precisam de tratamento hospitalar, mas não eram encaminhados por falta de profissional para diagnosticar o problema”, exemplifica.</div>
<p> </p>
<div><strong>Atenção básica</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A pesquisa mostrou também que o Mais Médicos <strong>aumentou a cobertura da Atenção Básica</strong>. Atualmente, a estratégia Saúde da Família chega a 134 milhões de pessoas. A estratégia é formada por equipes multiprofissionais que atendem nos postos de saúde, mas também visitam as casas das famílias atendidas. “De fato a Atenção Básica e a estratégia Saúde da Família tinha parado de crescer, e com o Mais Médicos conseguiu voltar a se expandir. A cobertura da atenção básica no Brasil estava estável e não crescia justamente porque faltava médicos para compor as equipes”, lembra Hêider.</div>
<p> </p>
<div>A Rede é formada por 14 instituições, incluindo 11 universidades federais, e fez a análise sobre os dados do período de janeiro de 2013 a janeiro de 2015 com pesquisadores observadores nas cinco regiões do País.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"><strong>Aprovação</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), encomendado pelo Ministério da Saúde, aponta que a melhoria dos serviços também foi sentida pela população e pelos gestores locais. Entre 14 mil entrevistados em 2014, 55% deram nota 10 ao Mais Médicos, e a média geral foi 9. Além disso, 85% disseram que a qualidade do atendimento médico está melhor ou muito melhor.</div>
<p> </p>
<div>Leia a notícia na íntegra: <a class="external-link" href="http://www.brasil.gov.br/saude/2015/08/mais-medicos-aumenta-numero-de-consultas-e-diminui-internacoes">http://www.brasil.gov.br/saude/2015/08/mais-medicos-aumenta-numero-de-consultas-e-diminui-internacoes</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
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      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-20T15:00:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d">
    <title>“Tivemos uma brutal ampliação do acesso à saúde com o Mais Médicos”</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d</link>
    <description>À CartaCapital, o ministro da Saúde faz um balanço do programa e explica porque o governo pretende expandir as escolas de medicina</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com dois anos de existência e 18,2 mil profissionais inscritos, o programa Mais Médicos alcança 4.058 cidades e 34 distritos indígenas, com impacto sobre 63 milhões de brasileiros, informa o Ministério da Saúde. Não há mais cidades sem ao menos um médico para atender a população. Há dois anos, havia 700. Mas o provimento emergencial está longe de ser uma solução definitiva. Para reduzir a dependência dos estrangeiros, que hoje representam 70% da força de trabalho no programa, o governo decidiu criar 11.447 novas vagas em cursos de medicina até 2017, das quais 5,3 mil já foram autorizadas, a maior parte delas em instituições privadas.</p>
<p>A proposta é controversa. As entidades da área de saúde acusam o governo de promover uma expansão indiscriminada das faculdades, em locais com infraestrutura inadequada, colocando em risco a qualidade da formação médica. Em reação, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Escolas Médicas decidiram criar um modelo próprio de avaliação dos cursos da área, independente daquele que já é adotado pelo governo. E o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) promete ingressar na Justiça contra a abertura dos novos cursos.</p>
<div></div>
<div id="ebzNative"></div>
<p>Na entrevista a seguir, o ministro Arthur Chioro faz um balanço do programa e rebate parte das críticas formuladas pelas entidades médicas. Ele ressalta que o Brasil tem 1,8 médico por mil habitantes, índice bem inferior ao de nações desenvolvidas, a exemplo do Reino Unido (2,7) e da França (3,5), e até mesmo de vizinhos sul-americanos, como Uruguai (3,7) e Argentina (3,2), segundo a Organização Mundial da Saúde. Com a ampliação das vagas em cursos de medicina, seria possível alcançar, em 2026, o atual patamar do Reino Unido, que possui o segundo maior sistema de saúde público de caráter universal, atrás apenas do Brasil. “No primeiro edital, 254 cidades se inscreveram e 153 apresentaram proposta. Mas apenas 39 foram selecionadas, exatamente por cumprir os requisitos de qualidade.”</p>
<p> </p>
<p>Confira a entrevista na íntegra neste link &gt;&gt; <a class="external-link" href="http://www.cartacapital.com.br/blogs/cartas-da-esplanada/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d-6853.html" target="_blank">http://www.cartacapital.com.br/blogs/cartas-da-esplanada/201ctivemos-uma-brutal-ampliacao-do-acesso-a-saude-com-o-mais-medicos201d-6853.html</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>maismedicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-05T13:49:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>

  <item rdf:about="http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos">
    <title>Consultas em cidades atendidas pelo Mais Médicos crescem 33% em dois anos</title>
    <link>http://www.otics.org.br/estacoes-de-observacao/observatorio-mais-medicos/secoes/noticias/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos</link>
    <description>Site R7 destaca detalhes da pesquisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Leia a notícia completa aqui <a class="external-link" href="http://noticias.r7.com/brasil/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos-anuncia-governo-04082015">http://noticias.r7.com/brasil/consultas-em-cidades-atendidas-pelo-mais-medicos-crescem-33-em-dois-anos-anuncia-governo-04082015 </a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Angélica Seguí</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>destaque</dc:subject>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-04T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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